Em 6 de agosto de 1945, às 8h15 da manhã, um B-29 do 500º grupo do 20º Bomber Command solta uma única bomba sobre a cidade de Hiroshima, na extremidade ocidental da ilha de Honshu. [...]Essa bomba, utilizando o fenômeno da liberação da energia nuclear, é o resultado de um duplo processo, científico e político.
MASSON, Philippe. A Segunda Guerra Mundial. História e Estratégias. São Paulo: Contexto, 2013, p. 617. Adaptado.
Com relação ao tema, considere as afirmativas, marque V para verdadeiro, F para falso, e assinale a opção com a sequência correta.
( ) A heroica e suicida resistência japonesa nos momentos finais da Segunda Guerra Mundial foi um fator levado em consideração para a utilização das bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki, já que os norte-americanos projetavam perdas humanas enormes para forçar os japoneses a se renderem incondicionalmente apenas com o uso de armas convencionais.
( ) Os soviéticos, aliados dos norte-americanos, franceses e britânicos na frente europeia da Segunda Guerra Mundial, incentivaram o uso das bombas atômicas norte-americanas sobre o Japão, pois estavam muito desgastados, econômica e militarmente, e não tinham como honrar seu compromisso de auxílio mútuo estabelecido com os norte-americanos.
( ) Para o primeiro-ministro britânico Winston Churchill, era fundamental que a derrota japonesa se concretizasse sem a participação dos soviéticos, enxergados por ele como uma ameaça à estabilidade política e militar na Europa mesmo antes do final da Segunda Guerra Mundial.
( ) Para os norte-americanos, a utilização da bomba atômica contra os japoneses era também uma retaliação contra o chamado “Dia da Infâmia”, 14 de março de 1943, quando os japoneses atacaram, após declaração prévia de estado de guerra, a base naval norte-americana de Guadalcanal, no arquipélago das Marianas.