O crescimento industrial mundial, que, ao longo dos anos 1960, variava entre 6 e 7% ao ano, despencou nos anos 1970 para uma taxa média de 2,5% ao ano. Essa ruptura é primeiro observada nos Estados Unidos, difundindo-se depois para a Europa. (...).Muitos analistas consideram que a causa principal da crise do fordismo esteja no colapso da demanda, principalmente de bens de consumo duráveis. E atribuem esse colapso não à estagnação dos rendimentos e à diminuição do emprego nesses países, mas a um esgotamento de um determinado padrão de consumo. (...).
O modelo Fordista de produção marcado por um processo de crise na década de 70 aos poucos vai sendo substituído pelagradativa implementação de um novo paradigma industrial, baseado na “automação flexível”, que convive com a produção de pequenas séries destinadas a mercados menores e segmentados, além do fim do trabalho especializado numa só função pois, devido à instabilidade econômica constante, o trabalhador precisa aprender a se adaptar, a todo momento, a outras funções, ou seja, ser multifuncional, polivalente, "empregável" e flexível como a produção exige. (..).
Disponível em: http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/roteiropedagogico/relato/4470RelatoSergiodefinitivo.pdf http://revistaprincipios.com.br/artigos/23/cat/2378/ascens%C3%A3o-e-queda-do-fordismo.html. Acesso em: 21.jul.2019. Com adaptação.
Qual alternativa indica corretamente o modelo de produção e um dos seus aspectos característicos enquanto novo paradigma industrial que vai substituir o modelo fordista em crise na década de 1970?