O limite do “academiquês”
O professor Daniel Oppenheimer, da Universidade de Princeton, em Nova Jersey (EUA), é um psicólogo que estuda as relações entre o raciocínio e a pressa na tomada de decisões. Na revista Applied Cognitive Psychology, publicou um artigo que o tornaria famoso em certos círculos científicos. Em resumo, o estudo de Oppenheimer indicava a falta de confiança das pessoas num autor ou cientista quando ele carrega um texto com palavras extravagantes.
“Qualquer coisa que torne um texto difícil para ser lido e compreendido, como palavras desnecessariamente longas ou estruturas rebuscadas, abaixará a avaliação dos leitores sobre o texto e seu autor”, declarou na divulgação de seu trabalho. O trabalho de Oppenheimer concluiu que a complexidade do vocabulário de textos ensaísticos é superexplorada para dar a impressão de inteligência, No entanto, escritores que usam desnecessariamente palavras e estilos complicados são vistos como menos inteligentes do que aqueles que usam vocabulário básico num texto claro.
(Adriana Natali e Luiz C. Pereira Junior, revista Ensino Superior, ano 15, nº 180, set. 2013, p.40-41)
De acordo com o título do texto, as aspas na palavra “academiquês” estão empregadas para:
“Qualquer coisa que torne um texto difícil para ser lido e compreendido, como palavras desnecessariamente longas ou estruturas rebuscadas, abaixará a avaliação dos leitores sobre o texto e seu autor”, declarou na divulgação de seu trabalho. O trabalho de Oppenheimer concluiu que a complexidade do vocabulário de textos ensaísticos é superexplorada para dar a impressão de inteligência, No entanto, escritores que usam desnecessariamente palavras e estilos complicados são vistos como menos inteligentes do que aqueles que usam vocabulário básico num texto claro.
(Adriana Natali e Luiz C. Pereira Junior, revista Ensino Superior, ano 15, nº 180, set. 2013, p.40-41)
De acordo com o título do texto, as aspas na palavra “academiquês” estão empregadas para: