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Indígenas falam de respeito à vida e ao meio ambiente durante abertura dos JMPI
Publicado terça-feira, 27 de outubro de 2015, 13h11
Cada um do jeito, no seu tempo e ritmo. Dessa forma, indígenas de várias regiões brasileiras e do mundo apresentaram ao público a sua diversidade cultural durante a cerimônia de abertura dos I Jogos Mundiais dos Povos Indígenas. As mais aplaudidas pelo público, claro, foram as etnias que representavam o Tocantins – Karajá, Xerente e Javaé.
“Foi tudo muito lindo, apresentações maravilhosas. Mas os Karajá, os Xerente e os Terena falaram ao meu coração”, disse a artesã Jecicleya Oliveira, que é descendente de Krahô e que, ao final, aproveitou para tirar muitas fotos com os indígenas fora da arena.
O mestre de cerimônia Marcos Terena, que é membro do Comitê Intertribal (ITC), abriu os jogos agradecendo a presença de todos os povos indígenas, as lideranças indígenas e as autoridades presentes, a madrinha e o padrinho dos jogos, cantora Margareth Menezes e o ex-jogador de futebol Cafu. “Declaramos, de coração, abertos os jogos mundiais dos povos indígenas”, disse Terena em coro com o público presente.
O líder indígena da etnia Cree do Canadá, Willy Littlechild, leu a mensagem do secretário geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, que, em poucas palavras, deixou claro o objetivo dos jogos: “Os Jogos Mundiais dos Povos Indígenas é um exemplo incrível de como o esporte pode reunir os povos e promover a paz”.
A madrinha Margareth também falou e cantou a pedido de Terena. “Considero mais do que esportivo este evento, com certeza é espiritual. A humanidade toda tem tantas demandas de guerra e nós estamos aqui celebrando a paz. Peço a Deus que nos ouça assim como ouviu e nos enviou chuva”, disse Margareth, que cantou a música “Um índio”, de Caetano Veloso.
Terena falou ainda em respeito ao planeta e suas riquezas naturais e ao ser humano. “Na aldeia não temhospício, asilo ou creche porque a dignidade humana tem de ser respeitada quando nasce, cresce e morre”, disse. [...]
Iniciando as apresentações, foi exibido um vídeo em que Carlos Terena, idealizador dos jogos, conta como surgiu a ideia de realizar o evento. “Há 29 anos, realizamos o primeiro Jogos Nacionais em Goiânia. Tudo começou a partir de um sonho que tive de juntar os povos, para que todos se conhecessem e celebrassem a vida. Agora é uma nova etapa, povos de todo o mundo juntos pedindo para respeitar as coisas criadas por Deus. Isso não é uma teoria para nós e sim uma prática.”
Três líderes indígenas no centro da arena fizeram orações e na sequência as etnias brasileiras foram se apresentando, arrancando aplausos do público e se perfilando formando um círculo na arena. [...]
Novo tempo”, música de Ivan Lins, foi cantada por um indígena no centro da arena, com palmas do público ao fundo. Denise Araújo Perez Xerente emocionou a todos cantando o Hino Nacional Brasileiro, parte na língua Tupi-guarani e parte em português. E, ao final, todas as etnias ocuparam o centro da arena, com seu canto e dança, promovendo um espetáculo belíssimo, que encantou o público.
Fonte: Vania Machado (Disponível em: durante-abertura-dos-jmpi>. Acesso em: 3 nov. 2015)
Cada um do jeito, no seu tempo e ritmo. Dessa forma, indígenas de várias regiões brasileiras e do mundo apresentaram ao público a sua diversidade cultural durante a cerimônia de abertura dos I Jogos Mundiais dos Povos Indígenas. As mais aplaudidas pelo público, claro, foram as etnias que representavam o Tocantins – Karajá, Xerente e Javaé.
“Foi tudo muito lindo, apresentações maravilhosas. Mas os Karajá, os Xerente e os Terena falaram ao meu coração”, disse a artesã Jecicleya Oliveira, que é descendente de Krahô e que, ao final, aproveitou para tirar muitas fotos com os indígenas fora da arena.
O mestre de cerimônia Marcos Terena, que é membro do Comitê Intertribal (ITC), abriu os jogos agradecendo a presença de todos os povos indígenas, as lideranças indígenas e as autoridades presentes, a madrinha e o padrinho dos jogos, cantora Margareth Menezes e o ex-jogador de futebol Cafu. “Declaramos, de coração, abertos os jogos mundiais dos povos indígenas”, disse Terena em coro com o público presente.
O líder indígena da etnia Cree do Canadá, Willy Littlechild, leu a mensagem do secretário geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, que, em poucas palavras, deixou claro o objetivo dos jogos: “Os Jogos Mundiais dos Povos Indígenas é um exemplo incrível de como o esporte pode reunir os povos e promover a paz”.
A madrinha Margareth também falou e cantou a pedido de Terena. “Considero mais do que esportivo este evento, com certeza é espiritual. A humanidade toda tem tantas demandas de guerra e nós estamos aqui celebrando a paz. Peço a Deus que nos ouça assim como ouviu e nos enviou chuva”, disse Margareth, que cantou a música “Um índio”, de Caetano Veloso.
Terena falou ainda em respeito ao planeta e suas riquezas naturais e ao ser humano. “Na aldeia não temhospício, asilo ou creche porque a dignidade humana tem de ser respeitada quando nasce, cresce e morre”, disse. [...]
Iniciando as apresentações, foi exibido um vídeo em que Carlos Terena, idealizador dos jogos, conta como surgiu a ideia de realizar o evento. “Há 29 anos, realizamos o primeiro Jogos Nacionais em Goiânia. Tudo começou a partir de um sonho que tive de juntar os povos, para que todos se conhecessem e celebrassem a vida. Agora é uma nova etapa, povos de todo o mundo juntos pedindo para respeitar as coisas criadas por Deus. Isso não é uma teoria para nós e sim uma prática.”
Três líderes indígenas no centro da arena fizeram orações e na sequência as etnias brasileiras foram se apresentando, arrancando aplausos do público e se perfilando formando um círculo na arena. [...]
Novo tempo”, música de Ivan Lins, foi cantada por um indígena no centro da arena, com palmas do público ao fundo. Denise Araújo Perez Xerente emocionou a todos cantando o Hino Nacional Brasileiro, parte na língua Tupi-guarani e parte em português. E, ao final, todas as etnias ocuparam o centro da arena, com seu canto e dança, promovendo um espetáculo belíssimo, que encantou o público.
Fonte: Vania Machado (Disponível em: durante-abertura-dos-jmpi>. Acesso em: 3 nov. 2015)
“Foi tudo muito lindo, apresentações maravilhosas. Mas os Karajá, os Xerente e os Terena falaram ao meu coração”, disse a artesã Jecicleya Oliveira, que é descendente de Krahô e que, ao final, aproveitou para tirar muitas fotos com os indígenas fora da arena.
O mestre de cerimônia Marcos Terena, que é membro do Comitê Intertribal (ITC), abriu os jogos agradecendo a presença de todos os povos indígenas, as lideranças indígenas e as autoridades presentes, a madrinha e o padrinho dos jogos, cantora Margareth Menezes e o ex-jogador de futebol Cafu. “Declaramos, de coração, abertos os jogos mundiais dos povos indígenas”, disse Terena em coro com o público presente.
O líder indígena da etnia Cree do Canadá, Willy Littlechild, leu a mensagem do secretário geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, que, em poucas palavras, deixou claro o objetivo dos jogos: “Os Jogos Mundiais dos Povos Indígenas é um exemplo incrível de como o esporte pode reunir os povos e promover a paz”.
A madrinha Margareth também falou e cantou a pedido de Terena. “Considero mais do que esportivo este evento, com certeza é espiritual. A humanidade toda tem tantas demandas de guerra e nós estamos aqui celebrando a paz. Peço a Deus que nos ouça assim como ouviu e nos enviou chuva”, disse Margareth, que cantou a música “Um índio”, de Caetano Veloso.
Terena falou ainda em respeito ao planeta e suas riquezas naturais e ao ser humano. “Na aldeia não temhospício, asilo ou creche porque a dignidade humana tem de ser respeitada quando nasce, cresce e morre”, disse. [...]
Iniciando as apresentações, foi exibido um vídeo em que Carlos Terena, idealizador dos jogos, conta como surgiu a ideia de realizar o evento. “Há 29 anos, realizamos o primeiro Jogos Nacionais em Goiânia. Tudo começou a partir de um sonho que tive de juntar os povos, para que todos se conhecessem e celebrassem a vida. Agora é uma nova etapa, povos de todo o mundo juntos pedindo para respeitar as coisas criadas por Deus. Isso não é uma teoria para nós e sim uma prática.”
Três líderes indígenas no centro da arena fizeram orações e na sequência as etnias brasileiras foram se apresentando, arrancando aplausos do público e se perfilando formando um círculo na arena. [...]
Novo tempo”, música de Ivan Lins, foi cantada por um indígena no centro da arena, com palmas do público ao fundo. Denise Araújo Perez Xerente emocionou a todos cantando o Hino Nacional Brasileiro, parte na língua Tupi-guarani e parte em português. E, ao final, todas as etnias ocuparam o centro da arena, com seu canto e dança, promovendo um espetáculo belíssimo, que encantou o público.
Fonte: Vania Machado (Disponível em: durante-abertura-dos-jmpi>. Acesso em: 3 nov. 2015)
O mestre de cerimônia Marcos Terena, que é membro do Comitê Intertribal (ITC), abriu os jogos agradecendo a presença de todos os povos indígenas, as lideranças indígenas e as autoridades presentes, a madrinha e o padrinho dos jogos, cantora Margareth Menezes e o ex-jogador de futebol Cafu. “Declaramos, de coração, abertos os jogos mundiais dos povos indígenas”, disse Terena em coro com o público presente.
O líder indígena da etnia Cree do Canadá, Willy Littlechild, leu a mensagem do secretário geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, que, em poucas palavras, deixou claro o objetivo dos jogos: “Os Jogos Mundiais dos Povos Indígenas é um exemplo incrível de como o esporte pode reunir os povos e promover a paz”.
A madrinha Margareth também falou e cantou a pedido de Terena. “Considero mais do que esportivo este evento, com certeza é espiritual. A humanidade toda tem tantas demandas de guerra e nós estamos aqui celebrando a paz. Peço a Deus que nos ouça assim como ouviu e nos enviou chuva”, disse Margareth, que cantou a música “Um índio”, de Caetano Veloso.
Terena falou ainda em respeito ao planeta e suas riquezas naturais e ao ser humano. “Na aldeia não temhospício, asilo ou creche porque a dignidade humana tem de ser respeitada quando nasce, cresce e morre”, disse. [...]
Iniciando as apresentações, foi exibido um vídeo em que Carlos Terena, idealizador dos jogos, conta como surgiu a ideia de realizar o evento. “Há 29 anos, realizamos o primeiro Jogos Nacionais em Goiânia. Tudo começou a partir de um sonho que tive de juntar os povos, para que todos se conhecessem e celebrassem a vida. Agora é uma nova etapa, povos de todo o mundo juntos pedindo para respeitar as coisas criadas por Deus. Isso não é uma teoria para nós e sim uma prática.”
Três líderes indígenas no centro da arena fizeram orações e na sequência as etnias brasileiras foram se apresentando, arrancando aplausos do público e se perfilando formando um círculo na arena. [...]
Novo tempo”, música de Ivan Lins, foi cantada por um indígena no centro da arena, com palmas do público ao fundo. Denise Araújo Perez Xerente emocionou a todos cantando o Hino Nacional Brasileiro, parte na língua Tupi-guarani e parte em português. E, ao final, todas as etnias ocuparam o centro da arena, com seu canto e dança, promovendo um espetáculo belíssimo, que encantou o público.
Fonte: Vania Machado (Disponível em: durante-abertura-dos-jmpi>. Acesso em: 3 nov. 2015)
Articuladores textuais, ou marcadores discursivos, são expressões linguísticas envolvidas na construção do sentido do texto, que relacionam segmentos textuais de qualquer extensão (períodos, parágrafos, sequências textuais ou porções maiores do texto) e contribuem para a interpretação do enunciado.
Analise os articuladores destacados e marque a opção que traz o sentido que exprimem no texto.
I – “[...] disse a artesã Jecicleya Oliveira, que é descendente de Krahô e que, ao final, aproveitou para tirar muitas fotos com os indígenas fora da arena.”
II – “Os Jogos Mundiais dos Povos Indígenas é um exemplo incrível de como o esporte pode reunir os povos e promover a paz.”
III – “A humanidade toda tem tantas demandas de guerra e nós estamos aqui celebrando a paz.”
IV – “Na aldeia não tem hospício, asilo ou creche porque a dignidade humana tem de ser respeitada quando nasce, cresce e morre, disse.”
Os articuladores “para”, “e”, “e”, “ou” e “porque” indicam, respectivamente,