Literatura
Questões de Análise Poética de Obras
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Assinale a opção que caracteriza corretamente os versos do poema Maçã, que integra a coletânea 50 poemas escolhidos pelo autor, de Manuel Bandeira, apresentados a seguir: Por um lado te vejo como um seio murcho Pe
Dois e dois: quatro Como dois e dois são quatro sei que a vida vale a pena embora o pão seja caro e a liberdade pequena. Como teus olhos são claros e a tua pele, morena como é azul o oceano e
Leia o poema abaixo, para responder à questão 10. Nua & Crua Estupidifica-me a palavra nua qual cadáver sem expressão. Palavra-corpo morto, solto no hiperespaço da língua. Amo a palavra viva, pulsa
Leia os fragmentos a seguir e assinale a opção que apresenta todas as corretas sobre o autor, suas características e aspectos de composição de trechos de poemas de Nova antologia poética, de Vinícius de Moraes. I. Em:
Eu nada entendo da questão social. Eu faço parte dela, simplesmente... E sei apenas do meu próprio mal, Que não é bem o mal de toda a gente, Nem é deste Planeta... Por sinal Que o mundo se lhe mostra indi
Texto 8 Na casa a que o retirante chega, estão cantando excelências para um defunto, enquanto um homem, do lado de fora, vai parodiando as palavras dos cantadores — Finado Severino, quando passares em Jor
Leia o trecho abaixo, de “ Morte e vida severina ”, de João Cabral de Melo Neto, e responda à questão: “– Severino retirante, deixa agora que lhe diga: eu não sei bem a resposta da pergunta que fazia, se não
Leia este fragmento retirado da obra O Uraguai, de Basílio da Gama, Fumam ainda nas desertas praias Lagos de sangue tépidos e impuros Em que ondeiam cadáveres despidos, Pasto de corvos. Dura inda nos vales
Leia o poema “4” da Segunda Parte (“Caderno de Aprendiz”) do livro Menino do Mato , de Manoel de Barros. “Escrever o que não acontece é tarefa da poesia”. Assinale a alternativa correta.
Meu Deus, eu quero a mulher que passa! Eu quero-a agora, sem mais demora A minha amada mulher que passa! No santo nome do teu martírio Do teu martírio que nunca cessa Meu Deus, eu quero, quero depressa
Os cavalinhos correndo, E nós, cavalões, comendo... O Brasil politicando, Nossa! A poesia morrendo... O sol tão claro lá fora, O sol tão claro, Esmeralda, E em minhalma — anoitecendo! Das diversas v
Bilhete a Baudelaire Poeta, um pouco à tua maneira E para distrair o spleen Que estou sentindo vir a mim Em sua ronda costumeira Folheando-te, reencontro a rara Delícia de me deparar Com tua sordid
O Bicho Vi ontem um bicho Na imundície do pátio Catando comida entre os detritos. Quando achava alguma coisa, Não examinava nem cheirava: Engolia com voracidade. O bicho não era um cão, Não era um g
A onda Manuel Bandeira AONDA a onda anda aonde anda a onda? a onda ainda ainda onda ainda anda aonde? aonde? a onda a onda ESTRELA DA VIDA INTEIRA. Rio de Janeiro: Nova Fr
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