Literatura
Questões de Análise Poética de Obras
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Leia “Poema que aconteceu” e “Coração numeroso”, poemas que integram a obra Alguma poesia , de Carlos Drummond de Andrade. Poema que aconteceu Nenhum desejo neste domingo nenhum problema nesta vida o mundo
Atente para estes versos de Manuel Bandeira: Não quero amar, Não quero ser amado, Não quero combater, Não quero ser soldado. − Quero a delícia de poder sentir as coisas mais simples. Nesses versos,
Leia o texto de Eliane Potiguara para responder as questões 37 e 38. A chegada do Pitiguary* ancestral Autora: Eliane Potiguara Quando o vi co’a maraca negra No meio da relva verde e do rubro entardecer O
Leia o soneto de Luís de Camões para responder à questão. Posto me tem fortuna 1 em tal estado, E tanto a seus pés me tem rendido! Não tenho que perder já, de perdido; Não tenho que mudar já, de mudado. T
Leia o poema a seguir. Amar o perdido Deixa confundido Este coração Nada pode o olvido Contra o sem sentido Apelo do Não. As coisas tangíveis Tornam-se insensíveis À palma da mão. Mas as coisas find
Leia atentamente o poema, apresentado a seguir, em que Manuel Bandeira usa como procedimento de construção do texto poético o neologismo: Neologismo Beijo pouco, falo menos ainda. Mas invento palavras que tr
Leia o texto a seguir para responder à questão. O último poema Assim eu quereria o meu último poema. Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais Que fosse ardente como um soluço s
Entre as obras literárias a seguir, assinale aquela que não é um poema épico, de teor narrativo:
Leia o poema em prosa “O enigma”, de Carlos Drummond de Andrade, para responder a questão. As pedras caminhavam pela estrada. Eis que uma forma obscura lhes barra o caminho. Elas se interrogam, e à sua experiênci
Ah! Menina tonta, toda suja de tinta mal o céu desponta! (Sentou-se na ponte, muito desatenta...” [Cecília Meireles, “Tanta Tinta”, do livro Ou isto ou aquilo] “E se encorpando em tela, entre todos, se
TEXTO PARA A QUESTÃO Romance LIII ou Das Palavras Aéreas Ai, palavras, ai, palavras, que estranha potência, a vossa! Ai, palavras, ai, palavras, sois de vento, ides no vento, no vento que não retorna,
“o amor, esse sufoco, agora há pouco era muito, agora, apenas um sopro ah, troço de louco, corações trocando rosas, e socos” [Paulo Leminski, sem título, do livro Distraídos Venceremos] Sobre o poema a
Sinhá Se a dona se banhou Eu não estava lá Por Deus Nosso Senhor Eu não olhei Sinhá Estava lá na roça Sou de olhar ninguém Não tenho mais cobiça Nem enxergo bem Para que me pôr no tronco Para q
Quebranto às vezes sou o policial que me suspeito me peço documentos e mesmo de posse deles me prendo e me dou porrada às vezes sou o porteiro não me deixando entrar em mim mesmo a não ser pela p
Analise o fragmento de um poema, transcrito abaixo. Procura da poesia Penetra surdamente no reino das palavras. Lá estão os poemas que esperam ser escritos. [...] Chega mais perto e contempla as palavras.
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