Literatura
Questões de Eu Lírico e Subjetividade Poética
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CANÇÃO Cecília Meireles Pus o meu sonho num navio e o navio em cima do mar; - depois, abri o mar com as mãos, para o meu sonho naufragar. Minhas mãos ainda estão molhadas do azul das ondas entr
Texto para a resolução da questão: João e Maria (Chico Buarque) Agora eu era o herói E o meu cavalo só falava inglês A noiva do cowboy Era você Além das outras três Eu enfrentava os batalhões Os a
TEXTO A Morte não existe para os mortos Os mortos não têm medo da morte desabrochada. [5] Os mortos conquistam a vida, não a lendária, mas a propriamente dita a que perdemos [10] ao nascer. A
Leia o poema “Deslumbramentos”, de Cesário Verde, publicado pela primeira vez em 1875, para responder a questão. Milady, é perigoso contemplá-la, Quando passa aromática e normal, Com seu tipo tão nobre e tão de s
São versos de um poema de Ferreira Gullar: o poema não diz o que a coisa é mas diz outra coisa que a coisa quer ser pois nada se basta contente de si o poeta empresta às coisas sua voz – dialet
Leia o trecho inicial de um poema de Charles Baudelaire para responder à questão. Bênção Quando, por uma lei das supremas potências, O Poeta se apresenta à plateia entediada, Sua mãe, estarrecida e prenhe de i
Oração dos desesperados Oh! Senhores Deuses das máquinas, Das teclas, das perdidas almas. Do destino e do coração! Escuta o homem que nasce das lágrimas Do suor, do sangue e do pranto, Escuta esse prant
O trecho a seguir foi extraído do poema Evocação do Recife , de Manuel Bandeira. [...] A vida não me chegava pelos jornais nem pelos livros Vinha da boca do povo na língua errada do povo Língua certa do povo
Essa lua enlutada, esse desassossego A convulsão de dentro, ilharga Dentro da solidão, corpo morrendo Tudo isso te devo. E eram tão vastas As coisas planejadas, navios, Muralhas de marfim, palavras largas Co
Canção No desequilíbrio dos mares, as proas giram sozinhas… Numa das naves que afundaram é que certamente tu vinhas. Eu te esperei todos os séculos sem desespero e sem desgosto, e morri de infinitas m
Os três poemas a seguir foram retirados do Livro de sonetos, de Vinicius de Moraes (São Paulo: Companhia das Letras, 2009). Soneto de separação De repente do riso fez-se o pranto Silencioso e branco co
Leia o poema em prosa “O operário no mar”, de Carlos Drummond de Andrade, para responder à questão. Na rua passa um operário. Como vai firme! Não tem blusa. No conto, no drama, no discurso político, a dor do operá
Leia o soneto de Luís Vaz de Camões para responder a questão. Erros meus, má fortuna 1 , amor ardente em minha perdição se conjuraram; os erros e a fortuna sobejaram 2 , que para mim bastava o amor somente.
Leia o poema de Pedro Tierra para responder à questão. Fui assassinado. Morri cem vezes e cem vezes renasci sob os golpes do açoite. Meus olhos em sangue Testemunharam a dança dos algozes em torno do
Leia o soneto “Delgadas, claras águas do Mondego”, de Luís de Camões, para responder a questão. Delgadas, claras águas do Mondego 1 , Doce repouso de minha lembrança, Adonde a falsa e pérfida esperança, Longo t
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