Literatura
Questões de Poética e Versificação
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Leia o poema “Confidência do itabirano”, de Carlos Drummond de Andrade, para responder a questão. Alguns anos vivi em Itabira. Principalmente nasci em Itabira. Por isso sou triste, orgulhoso: de ferro. Noventa
Ah! Menina tonta, toda suja de tinta mal o céu desponta! (Sentou-se na ponte, muito desatenta...” [Cecília Meireles, “Tanta Tinta”, do livro Ou isto ou aquilo] “E se encorpando em tela, entre todos, se
TEXTO PARA A QUESTÃO Romance LIII ou Das Palavras Aéreas Ai, palavras, ai, palavras, que estranha potência, a vossa! Ai, palavras, ai, palavras, sois de vento, ides no vento, no vento que não retorna,
Introdução a Alda Dizem que ninguém mais a ama. Dizem que foi uma boa pessoa. Sua filha de doze anos não a visita nunca e talvez raramente se lembre dela. Puseram-na numa cidade triste de uniformes azuis e jale
“o amor, esse sufoco, agora há pouco era muito, agora, apenas um sopro ah, troço de louco, corações trocando rosas, e socos” [Paulo Leminski, sem título, do livro Distraídos Venceremos] Sobre o poema a
Para responder à questão, leia o poema de Marina Colasanti. UM OUTRO DESTINO Toda a vida aprendi que a vitamina está na casca. Agora na casca estão os pesticidas os defensivos agrícolas os causadores
Sinhá Se a dona se banhou Eu não estava lá Por Deus Nosso Senhor Eu não olhei Sinhá Estava lá na roça Sou de olhar ninguém Não tenho mais cobiça Nem enxergo bem Para que me pôr no tronco Para q
Texto I – OS POEMAS Os poemas são pássaros que chegam não se sabe de onde e pousam no livro que lês. Quando fechas o livro, alçam voo como de um alçapão. Eles não têm pouso nem porto alimentam-se um i
Leia o soneto “Importuna Razão, não me persigas”, de Bocage, para responder a questão. Importuna Razão, não me persigas; Cesse a ríspida voz que em vão murmura; Se a lei de Amor, se a força da ternura Nem domas
Leia o texto seguinte: A Mandinga, para a questão. A MANDINGA Juca Mulato apeia. É macabro o pardieiro. Junto à porta cochila o negro feiticeiro. A pele molambenta o esqueleto disfarça. Há uma faísca má n
Quebranto às vezes sou o policial que me suspeito me peço documentos e mesmo de posse deles me prendo e me dou porrada às vezes sou o porteiro não me deixando entrar em mim mesmo a não ser pela p
Leia o TEXTO para responder às questão. TEXTO LEÃO DO NORTE Sou o coração do folclore nordestino Eu sou Mateus e Bastião do Boi Bumbá Sou um boneco do Mestre Vitalino Dançando uma ciranda em Itamara
Analise o fragmento de um poema, transcrito abaixo. Procura da poesia Penetra surdamente no reino das palavras. Lá estão os poemas que esperam ser escritos. [...] Chega mais perto e contempla as palavras.
Leia os versos abaixo, de Gonçalves Dias e Basílio da Gama: O Gigante de Pedra (II, Estrofes 5 e 6) Tornam prados a despir-se, Tornam flores a murchar, Tornam de novo a vestir-se, Tornam depois a secar;
Favela Barracos montam sentinela na noite. Balas de sangue derretem corpos no ar. Becos bêbados sinuosos labirínticos velam o tempo escasso de viver. Sobre “Favela”, que integra a obra
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