Literatura
Questões de Poética e Versificação
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Eu sobrevivi do nada, do nada Eu não existia Não tinha uma existência Não tinha uma matéria Comecei existir com quinhentos milhões e quinhentos mil anos
esse cão que me segue é minha família, minha vida ele tem frio mas não late nem pede ele sabe que o que eu tenho divido com ele, o que eu não tenho também divido com ele ele é meu irmão ele é que é meu don
Leia o poema de Cecília Meirelles para responder a questão. Motivo Eu canto porque o instante existe e a minha vida está completa. Não sou alegre nem sou triste: sou poeta. Irmão das coisas fugidias, nã
Leia o poema de autoria de Cecília Meireles e responda à questão. Motivo Eu canto porque o instante existe e a minha vida está completa. Não sou alegre nem sou triste: sou poeta. Irmão das coisas fugidi
Leia o texto. ACIDENTE NA SALA Ferreira Gullar movo a perna esquerda de mau jeito e a cabeça do fêmur atrita com o osso da bacia sofro um tranco e me ouço perguntar: aconteceu co
Leia o texto a seguir. Último poema Agora deixa o livro volta os olhos para a janela a cidade a rua o chão o corpo mais próximo tuas próprias mãos: aí também se lê MARQUES, Ana Martins. O liv
Leia o poema de Mario Quintana para responder à questão. A casa fantasma A casa está morta? Não: a casa é um fantasma, um fantasma que sonha com a sua porta de pesada aldrava 1 , com os seus intermináveis
Fala aos inconfidentes mortos [1] Treva da noite, lanosa capa nos ombros curvos [4] dos altos montes aglomerados... Agora, tudo [7] jaz em silêncio: amor, inveja, ódio, inocência, [10] no imenso
Leia o poema de Hilda Hilst a seguir para responder a questão. Se a tua vida se estender Mais do que a minha Lembra-te, meu ódio-amor, Das cores que vivíamos Quando o tempo do amor nos envolvia. Do ouro
Canção do exílio Minha terra tem palmeiras, Onde canta o sabiá; As aves, que aqui gorjeiam, Não gorjeiam como lá. Nosso céu tem mais estrelas, Nossas várzeas têm mais flores, Nossos bosques
Epigrama nº 8 Encostei-me em ti, sabendo bem que eras somente onda. Sabendo bem que eras nuvem, depus minha vida em ti. Como sabia bem tudo isso, e dei-me ao teu destino frágil, fiquei sem poder chorar,
TEXTO: A Esperança A Esperança não murcha, ela não cansa, Também como ela não sucumbe a Crença. Vão-se sonhos nas asas da Descrença, Voltam sonhos nas asas da Esperança. Muita gente infeliz assim não pe
Leia o poema “Encontro”, retirado do livro Claro enigma (1951), de Carlos Drummond de Andrade. Encontro Meu pai perdi no tempo e ganho no sonho. Se a noite me atribui poder de fuga, sinto logo meu pai e ne
Texto II Os ombros suportam o mundo Chega um tempo em que não se diz mais: meu [Deus. Tempo de absoluta depuração. Tempo em que não
TEXTO: Dois loucos no bairro um passa os dias chutando postes para ver se acendem o outro as noites apagando palavras [5] contra um papel branco todo bairro tem um louco que o bairro trata bem
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