Literatura
Questões de Poética e Versificação
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Considere o poema ao lado, de Ana Cristina César (1952-1983). Fisionomia não é mentira é outra a dor que dói em mim é um projeto de passeio em círculo um malogro do obj
Texto 3 O meu guri Quando, seu moço Nasceu meu rebento Não era o momento Dele rebentar [130] Já foi nascendo Com cara de fome E eu não tinha nem nome Pra lhe dar Como fui levand
Para fazer um poema dadaísta Pegue num jornal. Pegue numa tesoura. Escolha no jornal um artigo com o comprimento que pretende dar ao seu poema. Recorte o artigo. Em seguida, recorte cuidadosamente as pala
Instrução: A questão toma por base um fragmento de uma elegia de Vinicius de Moraes (1913-1980). Elegia na morte de Clodoaldo Pereira da Silva Moraes, poeta e cidadão A morte chegou pelo interurbano em longas espi
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, muda-se o ser, muda-se a confiança; todo o mundo é composto de mudança, tomando sempre novas qualidades. Continuamente vemos novidades, diferentes em tudo da es
Assinale a opção que caracteriza corretamente os versos do poema Consoada, que integra a coletânea 50 poemas escolhidos pelo autor, de Manuel Bandeira, apresentados a seguir: Quando a indesejada das gentes chegar
Assinale a opção que caracteriza corretamente os versos do poema Maçã, que integra a coletânea 50 poemas escolhidos pelo autor, de Manuel Bandeira, apresentados a seguir: Por um lado te vejo como um seio murcho Pe
Leia o poema abaixo, de Ana Cristina César. FINAL DE UMA ODE Acontece assim: tiro as pernas do balcão de onde via um sol de inverno se pondo no Tejo e saio de fininho dolorosamente dobradas as costas e seg
Leia o poema para responder à questão. (im) ponderável O silêncio, dizem, é nada. Contudo, na minha balança de precisão, teu silêncio esmaga. Osmar Casagrande. A casa: (in) cômodos (di) versos. Co
POEMA TRANSITÓRIO Eu que nasci na Era da Fumaça: − trenzinho vagaroso com vagarosas paradas em cada estaçãozinha pobre [5] para comprar pastéis pés-de-moleque sonhos − principalmente
“Gravador que está gravando aqui no nosso ambiente, tu gravas a minha voz, o meu verso e o meu repente, mas gravador tu não gravas a dor que meu peito sente.” (Patativa do Assaré) Na sextilha acima, o Poeta do Assa
A questão refere-se ao texto seguinte. Embora tivesse tido minha infância nunca mais me vi quando pequeno Tudo o que me era grande hoje é pequeno Até os que de mim cuidaram sinto pequenos
“Gravador que está gravando aqui no nosso ambiente, tu gravas a minha voz, o meu verso e o meu repente, mas gravador tu não gravas a dor que meu peito sente.” (Patativa do Assaré) Na sextilha acima, o Poeta do Assa
Leia os versos do Poema em linha reta, de Álvaro de Campos, heterônimo de Fernando Pessoa, para responder à questão. Nunca conheci quem tivesse levado porrada. Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo. E
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