Literatura
Questões de Poética e Versificação
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Ontem a Serra Leoa, A guerra, a caça ao leão, O sono dormido à toa Sob as tendas d’amplidão! Hoje... o porão negro, fundo, Infecto, apertado, imundo, Tendo a peste por jaguar... E o sono sempre cort
Considere o texto abaixo para responder à questão TEXTO As mulheres que quero Lívio Oliveira Não quero mulheres em preto- e-branco, nem em cinza. Quero mulheres a cores, mulheres com o bril
TEXTO 1 OFF PRICE [1] Que a sorte me livre do mercado e que me deixe continuar fazendo (sem o saber) fora de esquema [5] meu poema inesperado e que eu possa cada vez mais desapr
Crescia naturalmente Fazendo estripulia, Malino e muito arguto, Gostava de zombaria. A cabeça duma escrava Quase arrebentei um dia. E tudo isso porque Um doce me havia negado, De cinza no tacho c
Leia o poema extraído do livro Menino do Mato (2010), de Manoel de Barros. “Eu queria usar palavras de ave para escrever Onde a gente morava era um lugar imensamente e sem nomeação Ali a gente brincava de
POEMA EM LINHA RETA Nunca conheci quem tivesse levado porrada. Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo. E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil, Eu tantas vezes irrespondi
No meu sertão Boa noite, gente rica De sabença e inducação, Peço que descurpe os erro Desta minha falação. Não conheço português, Apois eu por minha vez Nunca mexi com pape, Mas vou fala na lin
[1] Pede-se a quem souber do paradeiro de Luísa Porto avise sua residência à Rua Santos Óleos, 48. Previna urgente [5] solitária mãe enferma entrevada há longos anos erma de seus cuidados. Pede-se a
Consolo na praia Vamos, não chores. A infância está perdida. A mocidade está perdida. Mas a vida não se perdeu. O primeiro amor passou. O segundo amor passou. O terceiro amor passou. Mas o cora
Leia o poema a seguir. non-sons o boi berra a cabra bale a rã coaxa o meu telefone ― ai de mim! ― nenhum pio PEREIRA, Luís Araujo. Minigrafias. Goiânia: Cânone, 2009. p. 33. o meu tel
De tudo que é nego torto Do mangue e do cais do porto Ela já foi namorada O seu corpo é dos errantes Dos cegos, dos retirantes É de quem não tem mais nada Dá-se assim desde menina Na garagem, na can
Um Beijo que tivesse um blue. Isto é imitasse feliz a delicadeza, a sua, assim como um tropeço que mergulha surdamente no reino expresso do prazer. Espio sem um ai as evoluções do teu confront
I-Juca Pirama Gonçalves Dias Meu canto de morte, Guerreiros, ouvi: Sou filho das selvas, Nas selvas cresci; Guerreiros, descendo Da tribo Tupi. Da tribo pujante, Que agora anda errante Por fado i
Datilografia Traço, sozinho, no meu cubículo de engenheiro, o plano, Firmo o projeto, aqui isolado, Remoto até de quem eu sou. Ao lado, acompanhamento banalmente sinistro, O tique-taque estalado das máq
PELOTAS [1] Ergue a fronte, minha terra, [2] Princesa cá das florestas! [3] Veste o manto do noivado, [4] Arcanjo de dulias festas... [5] Como simulas a aurora [6] No seu carro do infinito! [7] Sorris a
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