Literatura
Questões de Poética e Versificação
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Leia o poema “Epígrafe”, de Manuel Bandeira, para responder à questão. Epígrafe Sou bem-nascido. Menino, Fui, como os demais, feliz. Depois, veio o mau destino E fez de mim o que quis. Veio o mau gênio
Leia o poema de Murilo Mendes para responder à questão. Eu sou triste como um prático de farmácia, sou quase tão triste como um homem que usa costeletas. Passo o dia inteiro pensando nuns carinhos de mulher mas
Sobre o poema a seguir assinale o que for correto Brinde no banquete das musas Poesia, marulho e náusea, poesia, canção suicida, poesia, que recomeças de outro mundo, noutra vida. Deixaste-nos mais fa
Leia o texto a seguir, “O baú”, escrito por Mario Quintana, e responda à questão. O baú Como estranhas lembranças de outras vidas, que outros viveram, num mundo estranho, quantas coisas perdidas e esquecid
Tristeza do Jeca Nestes versos tão singelos Minha bela, meu amor Pra você quero contar O meu sofrer e a minha dor [5] Eu sou como um sabiá Que quando canta é só tristeza Desde o galho onde ele está
Quebranto às vezes sou o policial que me suspeito me peço documentos e mesmo de posse deles me prendo e me dou porrada às vezes sou o porteiro não me deixando entrar em mim mesmo a não ser pela p
Leia o comentário a seguir: Encenada pela primeira vez em 1956, em Recife, e adaptada para uma minissérie televisiva em 1999, Auto da compadecida é uma peça teatral escrita por Ariano Suassuna em 1955. Assinale
O morcego Meia-noite. Ao meu quarto me recolho. Meu Deus! E este morcego! E, agora, vede: Na bruta ardência orgânica da sede, Morde-me a goela ígneo e escaldante molho. [5] “Vou mandar levantar outra par
O poema a seguir integra O livro das semelhanças , publicado em 2015 pela poeta mineira Ana Martins Marques (1977). Acidente Escrevi este poema no último dia depois disso não nos vimos mais a princípio troc
Leia o poema de Olavo Bilac, “ Remorso ”, e responda à questão a seguir: Às vezes uma dor me desespera... Nestas ânsias e dúvidas em que ando, Cismo e padeço, neste outono, quando Calculo o que perdi na primave
Considere o excerto de Poemas aos homens do nosso tempo, de Hilda Hilst. […] III HOMENAGEM A NATALIA GORBANIEVSKAYA Sobre o vosso jazigo - Homem político - Nem compaixão, nem flores. Apenas o escuro
Leia o poema de Fernando Pessoa para responder à questão. Cruz na porta da tabacaria! Quem morreu? O próprio Alves? Dou Ao diabo o bem-’star que trazia. Desde ontem a cidade mudou. Quem era? Ora, era quem
Leia o soneto de Luís de Camões para responder à questão. Posto me tem fortuna 1 em tal estado, E tanto a seus pés me tem rendido! Não tenho que perder já, de perdido; Não tenho que mudar já, de mudado. T
Leia o poema a seguir para responder a questão. A Serra do Rola-Moça Não tinha esse nome não... Eles eram do outro lado, Vieram na vila casar. E atravessaram a serra, O noivo com a noiva dele Cada qual
Cidadezinha cheia de graça... Tão pequenina que até causa dó! Com seus burricos a pastar na praça... Sua igrejinha de uma torre só... Nuvens que venham, nuvens e asas, Não param nunca nem um segundo... E fi
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