A sensibilidade de um teste diagnóstico corresponde ao percentual de resultados positivos dentre as pessoas que têm uma determinada doença ou condição clínica. Assim, quanto mais alto o nível de sensibilidade de um teste, maior a chance de ele comprovar a doença. Já a especificidade é a capacidade do mesmo teste ser negativo nos indivíduos que não apresentam a doença que está sendo investigada. A especificidade demonstra, então, a quantidade de verdadeiros negativos entre aqueles que realmente não estão com a doença. Em ensaios clínicos, foi determinado que o teste “super-ultra-rápido” para prever COVID-19 tem sensibilidade de 95% e especificidade de 85%. Uma população específica tem prevalência (número total de casos) de COVID-19 de 10%.
Escolhendo ao acaso um indivíduo dessa população, a probabilidade de o teste “super-ultra-rápido” ser falso positivo ou falso negativo é: