Cabe a Tomás de Aquino (séc. XIII) retomar o pensamento de Aristóteles e recuperar o mundo sensível e sua legitimidade estética. Mas, diferente do filósofo grego, considera a sensibilidade fonte de pecado, portanto, o mundo não pode ser considerado belo. Pode, isto sim, ser objeto de nossa atenção e interpretação. Para Santo Tomás de Aquino, a beleza é um aspecto do mal, diferindo da bondade e da integridade.