a permanência dos latifúndios existentes na região desde o período colonial como reflexo do estabelecimento das sesmarias. Apesar destas terem sido suprimidas com o advento da Lei 601, de 1850, responsável pela primeira experiência de reforma agrária no Brasil, retornaram à cena a partir da primeira fase do regime republicano. Este combateu a centralização política existente no final do período imperial, possibilitando o surgimento de leis regionais de terras que, no caso do nordeste, favoreceram às antigas elites possuidoras das sesmarias.