Quando administramos um medicamento, a concentração no organismo deve oscilar entre dois níveis m e M, com m < M. Isso se deve ao fato de que a concentração não pode ser tão baixa (menor do que m), a ponto de não ser eficaz, e não pode ser tão alta (maior do que M), de modo a causar efeitos indesejáveis ao paciente.
A meia-vida, denotada por P, corresponde ao tempo que leva para que um material radioativo se reduza à metade.
A dosagem de um medicamento é indicada por D e o intervalo de tempo (em horas) em que deve se repetir a dosagem é denotada por t.
Para um determinado fármaco temos que m = 160 e M = 640 microgramas por mililitro.
Além disso, temos que m=M • 2-t/P e D=M-m. Baseado nas informações acima e considerando o fármaco citado, são feitas as seguintes afirmações:
I - Se a meia-vida do fármaco for de 5 horas, então o intervalo entre uma dosagem e outra será de 10 horas.
II Se o intervalo entre uma dosagem e outra for de 6 horas, então a meia-vida será de 12 horas.
III Cada dosagem deve ser de 800 microgramas por mililitro.
Sobre as proposições acima, pode-se afirmar que