Retomando certa corrente da tradição literária brasileira, o romance-reportagem, tradição esta que remete à década de 1970, esse romance apresenta o que se pode denominar como uma versão realista sobre o suicídio de Buell Quain, pois a narrativa se constrói com base em uma série de fontes factuais (depoimentos, fotos, cartas, reportagens etc.) que, ao final do livro, acabam por borrar as fronteiras entre romance e jornalismo.