Meu Deus, eu quero a mulher que passa! Eu quero-a agora, sem mais demora A minha amada mulher que passa! No santo nome do teu martírio Do teu martírio que nunca cessa Meu Deus, eu quero, quero depress
ResolverLiteratura
324 questões
2mProf. Pré-Enem SOMA Online
2mProf. Rennólogia
3mProf. Aprova Total
3mProf. Passei! - ENEM E VESTIBULARES
3mProf. AprovaMed
+5 aulas disponíveis. Cadastre-se para ver todas
Meu Deus, eu quero a mulher que passa! Eu quero-a agora, sem mais demora A minha amada mulher que passa! No santo nome do teu martírio Do teu martírio que nunca cessa Meu Deus, eu quero, quero depress
ResolverTodo mundo é feliz nos anúncios de cigarro. Todo mundo é feliz nos anúncios de bebida. Todo mundo é feliz nos anúncios de carro. Todo mundo é feliz nos anúncios de tudo. <d
ResolverA Análise Poética de Obras estuda como um poema ou texto literário produz sentidos por meio da linguagem, da forma e do contexto. Esse tópico envolve observar o eu lírico, o tema, as imagens, as figuras de linguagem, o ritmo, a métrica, as rimas, a sonoridade e a organização dos versos e estrofes, além de relacionar esses elementos à interpretação global da obra. Também é importante perceber como o poema dialoga com o momento histórico, com a escola literária e com a visão de mundo do autor, quando isso for relevante para a leitura.
Esse conteúdo é muito cobrado em vestibulares porque exige leitura atenta e interpretação refinada, habilidades centrais em provas da UFRGS, UFU, PUC-SP, PUC-RS e UnB. Em vez de apenas identificar características formais, o estudante precisa explicar como elas constroem efeitos de sentido e sustentam a mensagem do texto. Por isso, vale focar na relação entre forma e conteúdo, na identificação de recursos expressivos e na comparação entre diferentes poemas e estilos. Treinar leituras comentadas e revisar conceitos de versificação ajuda bastante a ganhar segurança nas questões.
Os cavalinhos correndo, E nós, cavalões, comendo... O Brasil politicando, Nossa! A poesia morrendo... O sol tão claro lá fora, O sol tão claro, Esmeralda, E em minhalma — anoitecendo! <div
ResolverDESENCANTO “Eu faço versos como quem chora De desalento... de desencanto... Fecha o meu livro, se por agora Não tens motivo nenhum de pranto. Meu verso é sangue. Volúpia ardente ...
ResolverLeia o poema abaixo e depois responda o que se pede: Canção do vento e da minha vida (Manuel Bandeira) O vento varria as folhas, O vento varria os frutos, O vento varria as flores...
ResolverUm Beijo que tivesse um blue. Isto é imitasse feliz a delicadeza, a sua, assim como um tropeço que mergulha surdamente no reino expresso do prazer. Espio sem um ai</di
ResolverBiografia de Pasárgada Quando eu tinha meus 15 anos e traduzia na classe de grego do D. Pedro II a Ciropédia fiquei encantado com o nome dessa cidadezinha fundada por Ciro, o Antigo, nas montanhas do
ResolverO Último poema Manuel Bandeira Assim eu quereria meu último poema Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas Que tivesse a beleza
ResolverBilhete a Baudelaire Poeta, um pouco à tua maneira E para distrair o spleen Que estou sentindo vir a mim Em sua ronda costumeira Folheando-te, reencontro a rara Delícia de me deparar Com tua so
ResolverA diva Vamos ao teatro, Maria José? Quem me dera, desmanchei em rosca quinze kilos de farinha, tou podre. Outro dia a gente vamos. Falou meio triste, culpada, e um pouco alegre por recusar com orgulh
ResolverO Bicho Vi ontem um bicho Na imundície do pátio Catando comida entre os detritos. Quando achava alguma coisa, Não examinava nem cheirava: Engolia com voracidade. O bicho não era um cão, Não era um gat
ResolverEntre o Ser e as Coisas Onda e amor, onde amor, ando indagando ao largo vento e à rocha imperativa, e a tudo me arremesso, nesse quando amanhece frescor de coisa viva.</
ResolverLeia o poema para responder à questão. Meninos carvoeiros Os meninos carvoeiros Passam a caminho da cidade. – Eh, carvoero! E vão tocando os animais com um relho enorme. Os burros são magrinhos e velh
ResolverPara responder às questões de 06 a 09, leia o poema "Aproximação do terror", de Murilo Mendes, escrito entre 1943 e 1945, mas publicado originalmente em 1947 no livro Poesia Liberdade. 1 Dos braços do
Resolver[imagem] Sobre a mensagem veiculada por esses versos de Mário Quintana, está correto o que se afirma em
ResolverLeia o poema a seguir para responder à questão. Catar feijão Catar feijão se limita com escrever: Joga-se os grãos na água do alguidar E as palavras na folha de papel; E depois, joga-se fora o que boi
ResolverAh! Menina tonta, toda suja de tinta mal o céu desponta! (Sentou-se na ponte, muito desatenta...” [Cecília Meireles, “Tanta Tinta”, do livro Ou isto ou aquilo] “E se encorpando em tela, entre todos, s
ResolverQuem sabe se nesta terra Não plantarei minha sina? Não tenho medo da terra Cavei pedra toda a vida E para quem lutou a braço Contra a pirraça da caatinga Fácil será amansar Esta aqui, tão feminina. NE
ResolverGargalha, ri, num riso de tormenta, Como um palhaço, que desengonçado, Nervoso, ri, num riso absurdo, inflado De uma ironia e de uma dor violenta. Da gargalhada atroz, sanguinolenta, Agita os guizos,
ResolverA onda Manuel Bandeira AONDA a onda anda aonde anda a onda? a onda ainda ainda onda ainda anda aonde? aonde? a onda a onda ESTRELA DA VIDA INTEIR
Resolver494 questões