“o amor, esse sufoco, agora há pouco era muito, agora, apenas um sopro ah, troço de louco, corações trocando rosas, e socos” [Paulo Leminski, sem título, do livro Distraídos Venceremos] Sobre o poema
ResolverLiteratura
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“o amor, esse sufoco, agora há pouco era muito, agora, apenas um sopro ah, troço de louco, corações trocando rosas, e socos” [Paulo Leminski, sem título, do livro Distraídos Venceremos] Sobre o poema
ResolverLeia o poema Tabaréu, de Adélia Prado. Vira e mexe eu penso é numa toada só. Fiz curso de filosofia pra escovar o pensamento, não valeu. O mais universal que eu chego é a recepção de Nossa Senhora de
ResolverA Análise Poética de Obras estuda como um poema ou texto literário produz sentidos por meio da linguagem, da forma e do contexto. Esse tópico envolve observar o eu lírico, o tema, as imagens, as figuras de linguagem, o ritmo, a métrica, as rimas, a sonoridade e a organização dos versos e estrofes, além de relacionar esses elementos à interpretação global da obra. Também é importante perceber como o poema dialoga com o momento histórico, com a escola literária e com a visão de mundo do autor, quando isso for relevante para a leitura.
Esse conteúdo é muito cobrado em vestibulares porque exige leitura atenta e interpretação refinada, habilidades centrais em provas da UFRGS, UFU, PUC-SP, PUC-RS e UnB. Em vez de apenas identificar características formais, o estudante precisa explicar como elas constroem efeitos de sentido e sustentam a mensagem do texto. Por isso, vale focar na relação entre forma e conteúdo, na identificação de recursos expressivos e na comparação entre diferentes poemas e estilos. Treinar leituras comentadas e revisar conceitos de versificação ajuda bastante a ganhar segurança nas questões.
Guardar Guardar uma coisa não é escondê-la ou trancá-la. Em cofre não se guarda coisa alguma. Em cofre perde-se a coisa à vista. Guardar uma coisa é olhá-la, fitá-la, mirá-la por admirá-la, isto é,
ResolverGenesíaco Um homem na campina olhava o céu. As estrelas pareciam aumentadas, de tamanho brilho. Estrela, ó estrela, estrelas, ele suplicou como se injuriasse. Os que alimentavam o fogo aproximaram-se
ResolverO poema a seguir refere-se a questão. Motivo Eu canto porque o instante existe e a minha vida está completa. Não sou alegre nem sou triste: sou poeta. Irmão das coisas fugidias, não sinto gozo nem tor
ResolverPoema I Dois e dois são quatro [1] Como dois e dois são quatro Sei que a vida vale a pena Embora o pão seja caro [4] E a liberdade, pequena Como teus olhos são claro
ResolverO poema a seguir é de autoria de Cecília Meireles (1901-1964). Os três bois Num domingo de sol, mataram os três bois, e assaram-nos às postas, fincados em espetos. A fumaça toldava o campo e o céu de
ResolverLegado Que lembranças darei ao país que me deu tudo que lembro e sei, tudo quanto senti? Na noite do sem-fim, breve o tempo esqueceu minha incerta medalha e a meu nome se ri. E mereço esperar mais do
ResolverLeia o poema abaixo, de João Cabral de Melo Neto. O sertanejo falando A fala a nível do sertanejo engana: as palavras dele vêm, como rebuçadas (palavras confeito, pílula), na glace de uma entonação
ResolverSinhá Se a dona se banhou Eu não estava lá Por Deus Nosso Senhor Eu não olhei Sinhá Estava lá na roça Sou de olhar ninguém Não tenho mais cobiça Nem enxergo bem Para que me pôr no tronco Para
ResolverLeia o fragmento de um poema extraído da obra Plural da Ausência, de João Cláudio Arendt. [...] Onde a palavra implosão da cinza rumor de pedra e incêndios inúteis? Onde a vida barco
ResolverMãos dadas – Carlos Drummond de Andrade Não serei o poeta de um mundo caduco. Também não cantarei o mundo futuro. Estou preso à vida e olho meus companheiros. Estão taciturnos, mas nutrem grandes espe
ResolverTEXTO ELEGIA O olhar recebe a forma e esquece a essência o ouvido perde a música. A mão já não retém o eterno — nem o efêmero. O louvor e o lamento a boca abandonaram os pés. Não guiam mais: estranh
Resolver[01] No desequilíbrio dos mares, [02] as proas giram sozinhas… [03] Numa das naves que afundaram [04] é que certamente tu vinhas. [05] Eu te esperei todos os séculos [06] sem desespero e sem desgosto,
Resolver“Quando eu passo no Saara amortalhada... Ai! dizem: “Lá vai África embuçada No seu branco albornoz. . .” Nem vêem que o deserto é meu sudário, Que o silêncio campeia solitário Por sobre o peito meu. (
ResolverPara responder à quesão, considere o texto abaixo. A dois séculos de distância, o espetáculo ainda é assombroso (...) Que de tão longe uma Rainha enlouqueça e venha a morrer no cenário final do drama;
ResolverTEXTO 6 1 Estes do íntimo d\'alma retratados, Em tosco acento, métricos gemidos, Mais à força da mágoa despendidos Do que a cargos do engenho articulados, A quem, senão a ti, dos meus cuidados<
ResolverLeia o soneto de Luís de Camões e Soneto do amor total, de Vinícius de Moraes, abaixo. Luís de Camões Vinícius de Moraes Amor é fogo que arde sem se ver; Amo-te tanto, meu amor… não cante
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