A criança Que tens criança? O areal da estrada Luzente a cintilar Parece a folha ardente de uma espada. Tine o sol nas savanas. Morno é o vento. À sombra do palmar O lavrador se inclina sonolento.</d
ResolverLiteratura
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A criança Que tens criança? O areal da estrada Luzente a cintilar Parece a folha ardente de uma espada. Tine o sol nas savanas. Morno é o vento. À sombra do palmar O lavrador se inclina sonolento.</d
ResolverDesertar as ideias insones, o que ficou guardado no avesso da noite, o que se mutilou na lógica dos espelhos: cratera onde nasce o mundo (fragmento do poema “Engenho errante”). Sobre o que a leitura d
ResolverA Análise Poética de Obras estuda como um poema ou texto literário produz sentidos por meio da linguagem, da forma e do contexto. Esse tópico envolve observar o eu lírico, o tema, as imagens, as figuras de linguagem, o ritmo, a métrica, as rimas, a sonoridade e a organização dos versos e estrofes, além de relacionar esses elementos à interpretação global da obra. Também é importante perceber como o poema dialoga com o momento histórico, com a escola literária e com a visão de mundo do autor, quando isso for relevante para a leitura.
Esse conteúdo é muito cobrado em vestibulares porque exige leitura atenta e interpretação refinada, habilidades centrais em provas da UFRGS, UFU, PUC-SP, PUC-RS e UnB. Em vez de apenas identificar características formais, o estudante precisa explicar como elas constroem efeitos de sentido e sustentam a mensagem do texto. Por isso, vale focar na relação entre forma e conteúdo, na identificação de recursos expressivos e na comparação entre diferentes poemas e estilos. Treinar leituras comentadas e revisar conceitos de versificação ajuda bastante a ganhar segurança nas questões.
Leia com atenção o texto poético abaixo: Quando eu morrer e no frescor de lua Da casa nova me quedar a sós Deixai-me em paz na minha quieta rua... Nada mais quero com nenhum de vós Quero é ficar com a
ResolverA partir da Semana de Arte Modema, muitos postas assumiram o compromisso com a renovação estética, a exemplo do poema “Contranarciso”, de Paulo Leminski. em mim eu vejo o outro e outro enfim dezenas t
ResolverLeia os seguintes textos, o primeiro, um soneto de Luís de Camões, e o segundo, a letra da canção Me Acalmo, Me Desespero, de Cazuza. 1. Tanto de meu estado me acho incerto, Que em vivo ardor estou de
ResolverO último poema Manuel Bandeira Assim eu queria o meu último poema Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas Que tivesse a bele
ResolverTexto O IMPOSSÍVEL CARINHO Escuta, eu não quero contar-te o meu desejo Quero apenas contar-te a minha ternura Ah se em troca de tanta felicidade que me dás Eu te pudesse repor -Eu soubesse repor-<
ResolverSobre o poema a seguir assinale o que for correto Brinde no banquete das musas Poesia, marulho e náusea, poesia, canção suicida, poesia, que recomeças de outro mundo, noutra vida. Deixaste-nos ma
ResolverINSTRUÇÃO: Para responder à questão, leia o excerto do poema “Poemeto erótico”, de Manuel Bandeira, e as afirmativas. Teu corpo claro e perfeito, – Teu corpo de maravilha, Quero possuí-lo no leito Est
ResolverLeia o trecho do poema abaixo para responder à questão. Eu, Marília, não sou algum vaqueiro, Que viva de guardar alheio gado; De tosco trato, d’ expressões grosseiro, Dos frios gelos, e dos sóis queim
ResolverTEXTO: Nosso Tempo Esse é tempo de partido, tempo de homens partidos. Em vão percorremos volumes, viajamos e nos colorimos. [5] A hora pressentida esmigalha-se em pó
ResolverLeia os TEXTOS 01 e 02, "O grito" e "Gueto‖, da obra Textos Urbanos, de Toni Vargas, e responda ao que se pede. TEXTO 01 O Grito Uma voz se levanta do silêncio e quebra a hipnose coletiva Na verdade é
ResolverLeia o texto a seguir, “O baú”, escrito por Mario Quintana, e responda à questão. O baú Como estranhas lembranças de outras vidas, que outros viveram, num mundo estranho, quantas coisas perdidas e esq
ResolverAnalise o fragmento de um poema, transcrito abaixo. Procura da poesia Penetra surdamente no reino das palavras. Lá estão os poemas que esperam ser escritos. [...] Chega mais perto e contempla as palav
ResolverLeia os versos abaixo, de Gonçalves Dias e Basílio da Gama: O Gigante de Pedra (II, Estrofes 5 e 6) Tornam prados a despir-se, Tornam flores a murchar, Tornam de novo a vestir-se, Tornam depois a seca
ResolverTEXTO: O novo homem O homem será feito em laboratório. Será tão perfeito como no antigório. [5] Rirá como gente, beberá cerveja deliciadamente. Caçará narceja e bicho do mato. [10] Jogará no b
ResolverMundo mundo vasto mundo, se eu me chamasse Raimundo seria uma rima, não seria uma solução. Mundo mundo vasto mundo, mais vasto é meu coração. (Trecho do “Poema de Sete Faces”, de 1930, de Carlos Drumm
ResolverFavela Barracos montam sentinela na noite. Balas de sangue derretem corpos no ar. Becos bêbados sinuosos labirínticos velam o tempo escasso de viver. Sobre “
ResolverO escritor Manoel de Barros publicou em 1985 a obra Livro de pré-coisas:roteiro para uma excursão poética no Pantanal. Quanto ao gênero literário, é correto afirmar que essa obra é
ResolverLeia o poema de Luís de Camões (Soneto I) e considere as proposituras relacionadas a ele: Enquanto quis Fortuna que tivesse Esperança de algum contentamento, O gosto de um suave pensamento Me fez que
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