O bonde abre a viagem, No banco ninguém, Estou só, stou sem. Depois sobe um homem, No banco sentou, Companheiro vou. O bonde está cheio, De novo porém Não sou
ResolverLiteratura
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O bonde abre a viagem, No banco ninguém, Estou só, stou sem. Depois sobe um homem, No banco sentou, Companheiro vou. O bonde está cheio, De novo porém Não sou
ResolverLeia o comentário a seguir: Encenada pela primeira vez em 1956, em Recife, e adaptada para uma minissérie televisiva em 1999, Auto da compadecida é uma peça teatral escrita por Ariano Suassuna em 1955
ResolverA Análise Poética de Obras estuda como um poema ou texto literário produz sentidos por meio da linguagem, da forma e do contexto. Esse tópico envolve observar o eu lírico, o tema, as imagens, as figuras de linguagem, o ritmo, a métrica, as rimas, a sonoridade e a organização dos versos e estrofes, além de relacionar esses elementos à interpretação global da obra. Também é importante perceber como o poema dialoga com o momento histórico, com a escola literária e com a visão de mundo do autor, quando isso for relevante para a leitura.
Esse conteúdo é muito cobrado em vestibulares porque exige leitura atenta e interpretação refinada, habilidades centrais em provas da UFRGS, UFU, PUC-SP, PUC-RS e UnB. Em vez de apenas identificar características formais, o estudante precisa explicar como elas constroem efeitos de sentido e sustentam a mensagem do texto. Por isso, vale focar na relação entre forma e conteúdo, na identificação de recursos expressivos e na comparação entre diferentes poemas e estilos. Treinar leituras comentadas e revisar conceitos de versificação ajuda bastante a ganhar segurança nas questões.
O Último Poema encerra o livro Libertinagem, de Manuel Bandeira. O Último Poema Assim eu quereria o meu último poema Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais Que fo
ResolverTexto para a questão CANTO DO RIO EM SOL I Guanabara, seio, braço de a-mar: em teu nome, a sigla rara dos tempos do verbo mar. Os que te amamos sentimos e não
ResolverLeia o poema de Carlos Drummond de Andrade para responder a questão. Mãos dadas Não serei o poeta de um mundo caduco. Também não cantarei o mundo futuro. Estou preso à vida e olho meus companheiros. E
ResolverOcaso No anfiteatro de montanhas Os profetas do Aleijadinho Monumentalizam a paisagem As cúpulas brancas dos Passos E os cocares revirados das palmeiras São degraus da arte de meu pa
ResolverA questão refere-se aos poemas de Fernando Pessoa. Leia as seguintes afirmações sobre os poemas “Autopsicografia” e “Isto”. I - Em ambos os poemas, são apresentados os princípios de Pessoa para a cons
ResolverPara fazer um poema dadaísta Pegue num jornal. Pegue numa tesoura. Escolha no jornal um artigo com o comprimento que pretende dar ao seu poema. Recorte o artigo. Em seguida, recorte cuidadosamente as
ResolverConsidere o poema do livro A cinza das horas, de Manuel Bandeira. Oceano Olho a praia. A treva é densa. Ulula o mar, que não vejo, Naquela voz sem consolo, Naquela tristeza imensa Que há na voz do meu
ResolverLeia o poema em prosa “Conto cruel”, de Mário Quintana, para responder à questão Conto cruel I De repente, o leite talhou nos vasilhames. Foi um raio? Foi Leviatã? Foi o quê? O burgomestre1, debaixo d
ResolverO Tempo A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa. Quando se vê, já são seis horas! Quando de vê, já é sexta-feira! Quando se vê, já é natal... {5}Quando se vê, já terminou o ano...</div
ResolverConsidere as afirmações abaixo, sobre a canção “Minha história (Gesubambino)”, do álbum Construção, de Chico Buarque. I - O sujeito cancional conta a vida de abandono dele e da mãe, o que representa a
ResolverTexto para a questão Um boi vê os homens Tão delicados (mais que um arbusto) e correm e correm de um para outro lado, sempre esquecidos de alguma coisa. Certamente, falta-lhes não sei que atributo e
Resolver– Tanto ler o Voltério...– E se não fosse o ladinocapitão Joaquim Silvério!– Assim é vário, o destino:negro, porém, é o desterro,e há de arranjar palavreadocom que se lhe escuse o erro.– Tanto impou d
ResolverO nada que é Um canavial tem a extensão ante a qual todo metro é vão. Tem o escancarado do mar que existe para desafiar que números e seus afins possam prendê-lo nos seus sins.
ResolverConsidere o excerto de Poemas aos homens do nosso tempo, de Hilda Hilst. […] III HOMENAGEM A NATALIA GORBANIEVSKAYA Sobre o vosso jazigo - Homem político - Nem compaixão, nem flores. Apenas o escu
ResolverEntre os excertos de Broquéis (1893), de Cruz e Sousa (1861-1898), o que exemplifica a aliteração, recurso por excelência do Simbolismo é:
ResolverO artista inconfessável Fazer o que seja é inútil. Não fazer nada é inútil. Mas entre fazer e não fazer mais vale o inútil do fazer. [5] Mas não, fazer para esquecer que é inútil: nunca o esquecer. Ma
ResolverMudam-se os tempos, mudam-se as vontades, muda-se o ser, muda-se a confiança; todo o mundo é composto de mudança, tomando sempre novas qualidades. Continuamente vemos novidades, diferentes em tudo da
ResolverConsidere as seguintes afirmativas sobre a poesia de Paulo Leminski. I O verso livre é bastante presente no conjunto de sua obra. II Aspectos da natureza são tratados pelo poeta. III A musicalidade nã
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