A figura do andarilho é uma constante na obra de Manoel de Barros. Geralmente, em seus poemas, o andarilho representa a despersonalização do indivíduo e o despojamento, como forma originária do poétic
ResolverLiteratura
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1mProf. Rafael Silva
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2mProf. ENEM EM 3 MINUTOS
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A figura do andarilho é uma constante na obra de Manoel de Barros. Geralmente, em seus poemas, o andarilho representa a despersonalização do indivíduo e o despojamento, como forma originária do poétic
ResolverMar (fragmento) [01] A primeira vez que vi o mar eu não estava sozinho. Estava no meio [02] de um bando enorme de meninos. Nós tínhamos viajado para ver o [03] mar. No meio de nós havia apenas um meni
ResolverO eu lírico é a voz que fala no poema, isto é, a instância que expressa sentimentos, percepções, memórias e reflexões dentro do texto poético. Já a subjetividade poética diz respeito à forma como essa voz organiza a experiência de modo pessoal, simbólico e sensível, sem que isso seja necessariamente a opinião direta do autor. Esse tópico envolve identificar quem fala no poema, como os sentimentos são construídos e de que maneira imagens, metáforas e escolhas de linguagem revelam uma visão particular do mundo.
Esse conteúdo é muito importante para vestibulares porque aparece com frequência na interpretação de poemas e na análise de recursos expressivos, especialmente em provas como ENEM, UNESP e as universidades estaduais e regionais citadas. Saber diferenciar autor, eu lírico e narrador evita erros comuns e ajuda a compreender o sentido global do texto. Nos estudos, vale focar na leitura atenta do poema, na identificação de marcas de subjetividade, no efeito das figuras de linguagem e na relação entre forma e conteúdo. Também é essencial perceber como o poema transforma experiências individuais em reflexão universal, algo muito cobrado em questões interpretativas.
Parece, ou eu me engano, que esta fonte De repente o licor deixou turvado; O Céu, que estava limpo e azulado, Se vai escurecendo no horizonte: Porque não haja horror, que não aponte O agouro funestíss
ResolverA palo seco Belchior [1] Se você vier me perguntar por onde andei No tempo em que você sonhava. De olhos abertos, lhe direi: [4] — Amigo, eu me desesperava. S
Resolveresse cão que me segue é minha família, minha vida ele tem frio mas não late nem pede ele sabe que o que eu tenho divido com ele, o que eu não tenho também divido com ele ele é meu irmão ele é que é me
ResolverPOÇAS D´ÁGUA As poças d´água são um mundo mágico Um céu quebrado no chão Onde em vez de tristes estrelas Brilham os letreiros de gás Néon. (Mario Quintana, Preparativos de viagem, São Paulo,
ResolverEu queria tanto ser um poeta maldito a massa sofrendo enquanto eu profundo medito eu queria tanto ser um poeta social rosto queimado pelo hálito das multidões em vez</
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ResolverLeia o trecho do poema “Amor feinho”, de Adélia Prado, para responder à questão. Eu quero amor feinho. Amor feinho não olha um pro outro. Uma vez encontrado é igual fé, não teologa mais. Duro de forte
ResolverBilhete Se tu me amas, ama-me baixinho Não o grites de cima dos telhados Deixa em paz os passarinhos Deixa em paz a mim! Se me queres, enfim, tem de ser bem devagarin
ResolverPingo de chuva O que penso, O que digo, O que sou... Pingo de chuva no mar. KOLODY, Helena. Pingo de chuva. Viagem no espelho e vinte e um poemas inéditos. Curitiba: Criar Edições. 2004. p. 43.</di
ResolverLeia o poema “UM DEUS MAIS JUSTO”, de Marcelo Yuka, para responder a QUESTÃO. não quero perdoar por receio quero um deus mais justo não um deus justiceiro não somos do tamanho do corpo ou do muro somo
ResolverRetrato de homem A paisagem estrita ao apuro do muro feito vértebra a vértebra e escuro. A geração dos pelos sobre a casca e os rostos em seus diques de sombra repostos. Os poços co
ResolverTEXTO [imagem] A leitura do poema permite afirmar corretamente que o eu lírico
ResolverTexto Retrato Eu não tinha este rosto de hoje, assim calmo, assim triste, assim magro, nem estes olhos tão vazios, nem o lábio tão amargo. [5] Eu não tinha estas mãos tão sem força, Tão paradas
ResolverLeia o soneto “Mal secreto”, de Raimundo Correia, para responder à questão. Se a cólera que espuma, a dor que mora N’alma, e destrói cada ilusão que nasce, Tudo o que punge, tudo o que devora O coraçã
ResolverLeia o soneto de Luís Vaz de Camões para responder a questão. Erros meus, má fortuna1, amor ardente em minha perdição se conjuraram; os erros e a fortuna sobejaram2, que para mim bastava o amor soment
ResolverAnalise o poema de Luís Vaz de Camões. A D. Guiomar de Blasfé, queimando-se com ũa vela no rosto. Amor, que todos ofende, Teve, Senhora, por gosto Que sentisse o vosso rosto O que nas almas acende. Aq
ResolverLeia o poema de Cecília Meirelles para responder a questão. Motivo Eu canto porque o instante existe e a minha vida está completa. Não sou alegre nem sou triste: sou poeta. Irmão das coisas fugidias,
ResolverOS ANJOS Hoje não dá Hoje não dá Não sei mais o que dizer E nem o que pensar Hoje não dá Hoje não dá A maldade humana agora não tem nome Hoje não dá
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