POÉTICA De manhã escureço De dia tardo De tarde anoiteço De noite ardo A oeste a morte Contra quem vivo Do sul cativo O este é meu norte. Outros que contem
ResolverLiteratura
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31sProf. Nono Estudio
53sProf. Nono Estudio
1mProf. Rafael Silva
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2mProf. ENEM EM 3 MINUTOS
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POÉTICA De manhã escureço De dia tardo De tarde anoiteço De noite ardo A oeste a morte Contra quem vivo Do sul cativo O este é meu norte. Outros que contem
ResolverLeia o texto para responder a questão. Sugestão Antes que venham ventos e te levem do peito o amor — este tão belo amor, que deu grandeza e graça à tua vida —, faze dele, agora, enquanto é tempo, uma
ResolverO eu lírico é a voz que fala no poema, isto é, a instância que expressa sentimentos, percepções, memórias e reflexões dentro do texto poético. Já a subjetividade poética diz respeito à forma como essa voz organiza a experiência de modo pessoal, simbólico e sensível, sem que isso seja necessariamente a opinião direta do autor. Esse tópico envolve identificar quem fala no poema, como os sentimentos são construídos e de que maneira imagens, metáforas e escolhas de linguagem revelam uma visão particular do mundo.
Esse conteúdo é muito importante para vestibulares porque aparece com frequência na interpretação de poemas e na análise de recursos expressivos, especialmente em provas como ENEM, UNESP e as universidades estaduais e regionais citadas. Saber diferenciar autor, eu lírico e narrador evita erros comuns e ajuda a compreender o sentido global do texto. Nos estudos, vale focar na leitura atenta do poema, na identificação de marcas de subjetividade, no efeito das figuras de linguagem e na relação entre forma e conteúdo. Também é essencial perceber como o poema transforma experiências individuais em reflexão universal, algo muito cobrado em questões interpretativas.
TEXTO 1 OFF PRICE [1] Que a sorte me livre do mercado e que me deixe continuar fazendo (sem o saber) fora de esquema [5] meu poema inespera
ResolverPoesia: 1970 Tudo o que eu faço alguém em mim que eu desprezo sempre acha o máximo. Mal rabisco, não dá mais pra mudar nada. Já é um clássico. LEMINSKI, P. Melhores poemas. São Paulo: Global, 2002.</
ResolverCidadezinha cheia de graça... Tão pequenina que até causa dó! Com seus burricos a pastar na praça... Sua igrejinha de uma torre só... Nuvens que venham, nuvens e asas, Não param nunca nem um segundo..
ResolverLeia o poema de Vinícius de Moraes (2006, p. 244). Dialética É claro que a vida é boa E a alegria, a única indizível emoção É claro que te acho linda Em ti bendigo o amor das coisas simples É claro qu
ResolverLeia o poema a seguir para responder à questão. Canção Pus o meu sonho num navio E o navio em cima do mar; - depois, abrio mar com as mãos, Para o meu sonho naufragar. Minhas mãos ainda estão molhadas
ResolverLeia o poema de Mario Quintana para responder à questão. A carta Hoje encontrei dentro de um livro uma velha carta amare- [lecida, Rasguei-a sem procurar ao menos saber de
Resolver2 Se você acompanhasse um rio, ah, se você acompanhasse um rio desde as nascentes puras até longe... Se fosse o rio Turvo quando chegasse em Edéia viria peixes, peixes e mais peixes
ResolverCANÇÃO Dá-me pétalas de rosa Dessa boca pequenina: Vem com teu riso, formosa! Vem com teu beijo, divina! Transforma num paraíso O inferno do meu desejo... Formosa, vem com teu riso! Divina, vem c
ResolverPor mais que o mundo aclame os vãos triunfadores, Os que passam cantando e os que passam ovantes1, Os que entre a multidão vão como uns hierofantes2, E os que repartem d’alto, augustos julgadores, Às
ResolverTEXTO Gato que brincas na rua Como se fosse na cama, Invejo a sorte que é tua Porque nem sorte se chama. Bom servo das leis fatais Que regem pedras e gentes, Que tens instintos gerais E sentes só o qu
ResolverLeia o poema de Thiago de Mello para responder à questão. Milagre que dói De que me vale a mordida inútil da indignação perante a fome que fere a vida da multidão de deserdados do mundo? De que me val
ResolverLeia o texto, do poeta angolano, Jorge Macedo, para responder a questão A CIDADE À NOITE A festa dos reclamos luminosos é minha. Não gosto de coisas reais. To
ResolverUso a palavra para compor meus silêncios. Não gosto das palavras fatigadas de informar. Dou mais respeito às que vivem de barriga no chão tipo água pedra sapo. Entendo bem o sotaque das águas <
ResolverEsta velha angústia, Esta angústia que trago há séculos em mim, Transbordou da vasilha, Em lágrimas, em grandes imaginações, Em sonhos em estilo de pesadelo sem terror, Em grandes emoções súbitas sem
ResolverLeia o poema de Ferreira Gullar para responder à questão Morte de Clarice Lispector Enquanto te enterravam no cemitério judeu de S. Francisco Xavier (e o clarão de teu olhar soterrado resistindo ainda
ResolverINSTRUÇÃO: Leia o poema de Roseana Murray, poeta contemporânea, para responder à questão. Invenções Invento luares de agosto e auroras borcais invento as noites mais frias invento as noites mais quent
Resolver“Poema à bem-amada Amada, não penses, escutemos a chuva que o inverno chegou. Sejamos as árvores que Deus semeou sem nunca O ouvir, sem nunca O olhar serenos, morramos sem nos separar.” LIMA, Jorge de
ResolverA questão refere-se ao texto seguinte. Embora tivesse tido minha infância nunca mais me vi quando pequeno Tudo o que me era grande hoje é pequeno Até os que de mim cuidaram <div
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