TEXTO: Ouve o silêncio Cala, ouve o silêncio Ouve o silêncio que nos fala tristemente Desse amor que não podemos ter. Não, fala, fala baixinho [5] Diz bem de leve um segredo Um verso de esperança em n
ResolverLiteratura
447 questões
31sProf. Nono Estudio
53sProf. Nono Estudio
1mProf. Rafael Silva
2m
2mProf. ENEM EM 3 MINUTOS
+5 aulas disponíveis. Cadastre-se para ver todas
TEXTO: Ouve o silêncio Cala, ouve o silêncio Ouve o silêncio que nos fala tristemente Desse amor que não podemos ter. Não, fala, fala baixinho [5] Diz bem de leve um segredo Um verso de esperança em n
ResolverCom licença poética Quando nasci um anjo esbelto, desses que tocam trombeta, anunciou: vai carregar bandeira. Cargo muito pesado pra mulher, esta espécie ainda envergonhada. Aceito os subterfúgios que
ResolverO eu lírico é a voz que fala no poema, isto é, a instância que expressa sentimentos, percepções, memórias e reflexões dentro do texto poético. Já a subjetividade poética diz respeito à forma como essa voz organiza a experiência de modo pessoal, simbólico e sensível, sem que isso seja necessariamente a opinião direta do autor. Esse tópico envolve identificar quem fala no poema, como os sentimentos são construídos e de que maneira imagens, metáforas e escolhas de linguagem revelam uma visão particular do mundo.
Esse conteúdo é muito importante para vestibulares porque aparece com frequência na interpretação de poemas e na análise de recursos expressivos, especialmente em provas como ENEM, UNESP e as universidades estaduais e regionais citadas. Saber diferenciar autor, eu lírico e narrador evita erros comuns e ajuda a compreender o sentido global do texto. Nos estudos, vale focar na leitura atenta do poema, na identificação de marcas de subjetividade, no efeito das figuras de linguagem e na relação entre forma e conteúdo. Também é essencial perceber como o poema transforma experiências individuais em reflexão universal, algo muito cobrado em questões interpretativas.
TEXTO Envelhecer Arnaldo Antunes [1] A coisa mais moderna que existe nessa vida é envelhecer A barba vai descendo e os cabelos vão caindo pra cabeça aparecer </
ResolverTEXTO: Ouve o silêncio Cala, ouve o silêncio Ouve o silêncio que nos fala tristemente Desse amor que não podemos ter. Não, fala, fala baixinho [5] Diz bem de leve um segredo Um verso de esperança em n
ResolverHá tantos diálogos Diálogo com o ser amado o semelhante o diferente o indiferente o oposto o adversário o surdo-mudo o possesso o irracional o vegetal o mineral o inominado
ResolverMomento Enquanto eu fiquei alegre, permaneceram um bule azul com um descascado no bico, uma garrafa de pimenta pelo meio, um latido e um céu limpidíssimo com recém-feitas estrelas. <
ResolverQuebranto às vezes sou o policial que me suspeito me peço documentos e mesmo de posse deles me prendo e me dou porrada às vezes sou o porteiro não me deixando entrar em mim mesmo a não ser pela
ResolverLeia o poema de Pedro Tierra para responder à questão. Fui assassinado. Morri cem vezes e cem vezes renasci sob os golpes do açoite. Meus olhos em sangue Testemunharam a dança dos algozes em torno do
ResolverDuelo Eduardo Cajueiro Razão e emoção: grande duelo. A qual das duas eu recorro mais? E qual das duas por certo me traz A estabilidade por que zelo? “Tens que ser forte”, diz-me a tal razão.<
ResolverInstrução: Para responder a questão 22, leia a letra da canção Vingança, de Lupicínio Rodrigues.Eu gostei tantoTanto quando me contaramQue lhe encontraramBebendo e chorandoNa mesa de um barE que quand
ResolverSoneto Luís de Camões Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, Muda-se o ser, muda-se a confiança: Todo o mundo é composto de mudanças, Tomando sempre novas qualidades. Continuamen
ResolverLeia o poema de Olavo Bilac, “Remorso”, e responda à questão a seguir: Às vezes uma dor me desespera... Nestas ânsias e dúvidas em que ando, Cismo e padeço, neste outono, quando Calculo o que perdi na
ResolverEsses chopes dourados [...] quando a geração de meu pai batia na minha a minha achava que era normal que a geração de cima só podia educar a de baixo batendo quando a
ResolverTEXTO 1 OFF PRICE [1] Que a sorte me livre do mercado e que me deixe continuar fazendo (sem o saber) fora de esquema [5] meu poema inesper
ResolverO rio que fazia uma volta atrás de nossa casa era a imagem de um vidro mole que fazia uma volta atrás de casa. Passou um homem e disse: Essa volta que o rio faz por trás de sua casa se chama enseada.
ResolverLeia o poema de Fernando Pessoa para responder à questão. Cruz na porta da tabacaria! Quem morreu? O próprio Alves? Dou Ao diabo o bem-’star que trazia. Desde ontem a cidade mudou. Quem era? Ora, era
ResolverLeia o soneto “Delgadas, claras águas do Mondego”, de Luís de Camões, para responder a questão. Delgadas, claras águas do Mondego1, Doce repouso de minha lembrança, Adonde a falsa e pérfida esperança,
ResolverDor elegante Paulo Leminski Um homem com uma dor É muito mais elegante Caminha assim de lado Com se chegando atrasado Chegasse mais adiante Carrega o peso da dor<
ResolverLeia o poema para responder à questão. Essas coisas “Você não está mais na idade de sofrer por essas coisas.” Há então a idade de sofrer e a de não sofrer mais por essas, essas coisas? As coisas s
ResolverLeia o poema abaixo, de Ana Cristina César. FINAL DE UMA ODE Acontece assim: tiro as pernas do balcão de onde via um sol de inverno se pondo no Tejo e saio de fininho dolorosamente dobradas as costas
Resolver494 questões