TEXTO XIII O meu amor é uma flauta alta. Auto em si, desce dos montes e das colinas trêmulo, estranho e abandonado, entre o balir dos gerânios, os ventos e o orvalho sang
ResolverLiteratura
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31sProf. Nono Estudio
53sProf. Nono Estudio
1mProf. Rafael Silva
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2mProf. ENEM EM 3 MINUTOS
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TEXTO XIII O meu amor é uma flauta alta. Auto em si, desce dos montes e das colinas trêmulo, estranho e abandonado, entre o balir dos gerânios, os ventos e o orvalho sang
ResolverO poema ''Implosão da mentira'', de Affonso Romano de Sant‘Anna, é composto de 5 fragmentos e faz parte do livro ''Implosão da mentira e outros poemas'', pela Editora Global. Leia, com atenção, os Fra
ResolverO eu lírico é a voz que fala no poema, isto é, a instância que expressa sentimentos, percepções, memórias e reflexões dentro do texto poético. Já a subjetividade poética diz respeito à forma como essa voz organiza a experiência de modo pessoal, simbólico e sensível, sem que isso seja necessariamente a opinião direta do autor. Esse tópico envolve identificar quem fala no poema, como os sentimentos são construídos e de que maneira imagens, metáforas e escolhas de linguagem revelam uma visão particular do mundo.
Esse conteúdo é muito importante para vestibulares porque aparece com frequência na interpretação de poemas e na análise de recursos expressivos, especialmente em provas como ENEM, UNESP e as universidades estaduais e regionais citadas. Saber diferenciar autor, eu lírico e narrador evita erros comuns e ajuda a compreender o sentido global do texto. Nos estudos, vale focar na leitura atenta do poema, na identificação de marcas de subjetividade, no efeito das figuras de linguagem e na relação entre forma e conteúdo. Também é essencial perceber como o poema transforma experiências individuais em reflexão universal, algo muito cobrado em questões interpretativas.
Dona Doida 1. Uma vez, quando eu era menina, choveu grosso 2. com trovoadas e clarões, exatamente como chove agora. 3. Quando se pôde abrir as janelas, 4. as poças tremiam com os últimos pingos. 5. Mi
ResolverT E X T O I Caravelas Quando os peixes dormem contra o jade da água e o mar respira fundo com o vigor das ondas batendo contra os cascos desfeitos dos navios (quando então os peixes mais pesados sonha
ResolverTristeza do Jeca Nestes versos tão singelos Minha bela, meu amor Pra você quero contar O meu sofrer e a minha dor [5] Eu sou como um sabiá Que quando canta é só tristeza Desde o galho onde ele está<br
ResolverTexto a coisa mais moderna que existe nessa vida é envelhecer a barba vai descendo e os cabelos vão caindo pra cabeça aparecer os filhos vão crescendo e o tempo vai dizendo que agora é pra valer os ou
ResolverQuebranto às vezes sou o policial que me suspeito me peço documentos e mesmo de posse deles me prendo e me dou porrada às vezes sou o porteiro não me deixando entrar em mim mesmo a não ser pela port
ResolverLeia o poema a seguir para responder à questão. Ergue-se Marco Antônio de repente... Ouve-se um grito estrídulo, que soa O silêncio cortando, e longamente Pelo deserto acampamento ecoa. [5] O olhar em
ResolverConsidere os seguintes trechos de canções. SAMBA E AMOR Chico Buarque Eu faço samba e amor até mais tarde E tenho muito sono de manhã Escuto a correria da cidade, que arde E apressa o dia de amanhã</
ResolverLeia o trecho inicial de um poema de Charles Baudelaire para responder a questão Bênção Quando, por uma lei das supremas potências, O Poeta se apresenta à plateia entediada, Sua mãe, estarrecida e pre
ResolverProibida pra mim (Charlie Brown Jr.) Ela achou meu cabelo engraçado Proibida pra mim no way Disse que não podia ficar Mas levou a sério o que eu falei Eu vou fazer de tudo que eu pud
ResolverLeia o poema de Thiago de Mello para responder à questão. Milagre que dói De que me vale a mordida inútil da indignação perante a fome que fere a vida da multidão de deserdados do mundo? De que me val
ResolverO morcego Meia-noite. Ao meu quarto me recolho. Meu Deus! E este morcego! E, agora, vede: Na bruta ardência orgânica da sede, Morde-me a goela ígneo e escaldante molho. [5] “Vou mandar levantar outra
Resolverpelos caminhos que ando um dia vai ser só não sei quando abrindo um antigo caderno foi que eu descobri antigamente eu era eterno (LEMINSKI, P. Toda Poesia. São Paulo: Compa
ResolverConsidere o poema ao lado, de Ana Cristina César (1952-1983). Fisionomia não é mentira é outra a dor que dói em mim é um projeto de passeio <b
ResolverTEXTO: Morri! E a Terra — a mãe comum — o brilho Destes meus olhos apagou!… Assim Tântalo, aos reais convivas, num festim, Serviu as carnes do seu próprio filho! [5] Por que para este cemitério vim?!
ResolverLeia este Texto para responder ao que se pede na questão. Eu queria trazer-te uns versos muito lindos Mario Quintana Eu queria trazer-te uns versos muito lindos colhidos no mais íntimo de mim..
ResolverO poema a seguir integra O livro das semelhanças, publicado em 2015 pela poeta mineira Ana Martins Marques (1977). Acidente Escrevi este poema no último dia depois disso não nos vimos mais a princípio
ResolverTexto 3 O meu guri Quando, seu moço Nasceu meu rebento Não era o momento Dele rebentar [130] Já foi nascendo Com cara de fome E
ResolverInstrução: A questão toma por base um fragmento de uma elegia de Vinicius de Moraes (1913-1980). Elegia na morte de Clodoaldo Pereira da Silva Moraes, poeta e cidadão A morte chegou pelo interurbano e
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