Por ser de lá Do sertão, lá do cerrado Lá do interior do mato Da caatinga e do roçado Eu quase não saio Eu quase não tenho amigo Eu quase que não consigo Ficar na cidade sem viver con
ResolverLiteratura
447 questões
31sProf. Nono Estudio
53sProf. Nono Estudio
1mProf. Rafael Silva
2m
2mProf. ENEM EM 3 MINUTOS
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Por ser de lá Do sertão, lá do cerrado Lá do interior do mato Da caatinga e do roçado Eu quase não saio Eu quase não tenho amigo Eu quase que não consigo Ficar na cidade sem viver con
ResolverPara responder a questão, considere o poema Ave Roraima da poetisa Eli Macuxi: Ave Roraima Ave Roraima que canta Feito pássaro mítico. No peito de quem se encanta Por seus líricos fascínios Correm rio
ResolverO eu lírico é a voz que fala no poema, isto é, a instância que expressa sentimentos, percepções, memórias e reflexões dentro do texto poético. Já a subjetividade poética diz respeito à forma como essa voz organiza a experiência de modo pessoal, simbólico e sensível, sem que isso seja necessariamente a opinião direta do autor. Esse tópico envolve identificar quem fala no poema, como os sentimentos são construídos e de que maneira imagens, metáforas e escolhas de linguagem revelam uma visão particular do mundo.
Esse conteúdo é muito importante para vestibulares porque aparece com frequência na interpretação de poemas e na análise de recursos expressivos, especialmente em provas como ENEM, UNESP e as universidades estaduais e regionais citadas. Saber diferenciar autor, eu lírico e narrador evita erros comuns e ajuda a compreender o sentido global do texto. Nos estudos, vale focar na leitura atenta do poema, na identificação de marcas de subjetividade, no efeito das figuras de linguagem e na relação entre forma e conteúdo. Também é essencial perceber como o poema transforma experiências individuais em reflexão universal, algo muito cobrado em questões interpretativas.
Leia o poema de Fernando Pessoa para responder a questão. Gato que brincas na rua Como se fosse na cama, Invejo a sorte que é tua Porque nem sorte se chama Bom servo das leis fatais Que regem pedras e
ResolverPoeta O poeta nasce no poema, Inventa-se em palavras. KOLODY, Helena. Viagem no espelho e vinte e um poemas inéditos. Curitiba: Criar Edições. p. 77. Esses versos sugerem que
ResolverINSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto. TEXTO Da Minha Aldeia Da minha aldeia vejo o quanto da terra se pode ver [do Universo... Por isso a minha aldeia é tão grande como
ResolverPara responder à questão, leia o texto a seguir, intitulado “Órfã”, de autoria da escritora indígena e ativista Eliane Potiguara. O poema integra uma coletânea de textos de diferentes gêneros produzid
ResolverLeia o poema “Epígrafe”, de Manuel Bandeira, para responder à questão. Epígrafe Sou bem-nascido. Menino, Fui, como os demais, feliz. Depois, veio o mau destino E fez de mim o que quis. Veio o mau gêni
ResolverLeia o poema de Cecília Meireles para responder a questão. Elegia a uma pequena borboleta Como chegavas do casulo, — inacabada seda viva! — tuas antenas — fios soltos da trama de que eras tecida, e te
ResolverLeia o poema de Murilo Mendes para responder à questão. Eu sou triste como um prático de farmácia, sou quase tão triste como um homem que usa costeletas. Passo o dia inteiro pensando nuns carinhos de
ResolverO poema ‘Realidade’ refere-se à questão. Leia e responda o que se pergunta sobre o mesmo: Realidade Existe, sim, menina, Tudo: disco-voador, Oitavo sentido, utopia, Pedra filosofal,.... Que surgem do
ResolverLeia o poema abaixo, de Fernado Pessoa. Pobre velha música! Pobre velha música! Não sei porque agrado, Enche-se de lágrimas Meu olhar parado. Recordo outro ouvir-te.
ResolverLeia com atenção este poema para responder à questão Linguage dos Óio Patativa do Assaré Quem repara o corpo humano e com coidado nalisa vê que o Autô Soberano lhe deu tudo o que precisa os orgo que a
ResolverA seguir, leia o texto, do escritor juiz-forano Edimilson de Almeida Pereira, para responder à questão. TEXTO Relato A notícia irrompe de afluentes oclusos. Nem há gentileza, o morno espanto das notíc
ResolverLeia o poema “Menino de engenho”, de João Cabral de Melo Neto, para responder à questão. Menino de engenho A cana cortada é uma foice. Cortada num ângulo agudo, ganha o gume afiado da foice que a cort
ResolverFalar e dizer Não é possível que portentos não tenham ocorrido Ou visões ominosas e graves profecias Quando nasci. Então nasce o chamado Herdeiro das superfícies e das profundezas então <
ResolverTEXTO: Cogito eu sou como eu sou pronome pessoal intransferível do homem que iniciei [5] na medida do impossível eu sou como eu sou agora <
ResolverLeia o soneto de Luís Vaz de Camões para responder a questão. Erros meus, má fortuna1, amor ardente em minha perdição se conjuraram; os erros e a fortuna sobejaram2, que para mim bastava o amor soment
ResolverTEXTO Aula de português 1 A linguagem na ponta da língua, tão fácil de falar e de entender. 5 A linguagem na superfície estrelada de letras, sabe lá o que ela qu
ResolverINVOCAÇÃO(...)Se eu pudesse, qual cisne mimosoQue nas águas campeia orgulhoso,Demandar minha pátria adorada...Ou condor em voo gigante,Contemplar sob o céu – palpitanteEsses lagos de areia dourada...M
ResolverMotivo Cecília Meireles [imagem] Eu canto porque o instante existe</div
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