Leia o trecho do poema a seguir. Mas o homem perdeu o sono de todo, e foge pra rua. Meu Deus, matei um inocente. Bala que mata gatuno também serve pra furtar a vida de nosso irmão. Quem quiser que cha
ResolverLiteratura
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3m
5mProf. carlos h carneiro
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6mProf. Universo Narrado
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Leia o trecho do poema a seguir. Mas o homem perdeu o sono de todo, e foge pra rua. Meu Deus, matei um inocente. Bala que mata gatuno também serve pra furtar a vida de nosso irmão. Quem quiser que cha
ResolverA noite dissolve os homens A Portinari A noite desceu. Que noite! Já não enxergo meus irmãos. E nem tampouco os rumores Que outrora me perturbavam. A noite desceu. Nas
ResolverA obra de Carlos Drummond de Andrade reúne alguns dos momentos mais importantes da poesia brasileira do século XX, com temas como a vida cotidiana, a reflexão sobre o eu, a crítica social, a memória, o tempo, a solidão e as contradições da existência. Inserido na Segunda Geração Modernista, Drummond combina linguagem simples e precisa com profundidade filosófica, ironia e sensibilidade, criando poemas que dialogam tanto com experiências pessoais quanto com questões históricas e coletivas. Sua produção inclui livros fundamentais como Alguma poesia, Sentimento do mundo, A rosa do povo e Claro enigma, entre outros, cada um revelando diferentes fases de sua escrita.
Esse tema é muito cobrado em vestibulares porque Drummond é um dos autores centrais do Modernismo brasileiro e aparece com frequência em questões de interpretação, características de estilo, análise de poemas e relação entre literatura e contexto histórico. Em provas como Fuvest e UnB, é comum que o estudante precise reconhecer a visão crítica do autor, seu uso da ironia, o tom reflexivo e a presença de temas sociais e existenciais. Nos estudos, vale focar na evolução da obra, nas marcas da linguagem modernista, na leitura atenta de poemas mais conhecidos e na capacidade de relacionar forma e conteúdo, observando como Drummond transforma situações comuns em poesia de grande densidade humana.
Fim de feira No hipersupermercado aberto de detritos, ao barulhar de caixotes em pressa de suor, mulheres magras e crianças rápidas catam a maior laranja podre, a mais bela batata refugada, juntam na
ResolverTexto I Oficina Irritada Eu quero compor um soneto duro Como poeta algum ousaria escrever. Eu quero pintar um soneto escuro, Seco, abafado, difícil de ler. Quero que
ResolverAssinale a alternativa correta sobre A rosa do povo, de Carlos Drummond de Andrade.
ResolverNa obra Sentimento do mundo, Carlos Drummond de Andrade,
ResolverTEXTO: Nosso Tempo Esse é tempo de partido, tempo de homens partidos. Em vão percorremos volumes, viajamos e nos colorimos. [5] A hora pressentida esmigalha-se em pó
ResolverVersos de Drummond: No meio do caminho tinha uma pedra Tinha uma pedra no meio do caminho Tinha uma pedra No meio do caminho tinha uma pedra Nunca me esquecerei desse acontecimento Na vida de minhas r
ResolverLeia o poema para responder à questão. Essas coisas “Você não está mais na idade de sofrer por essas coisas.” Há então a idade de sofrer e a de não sofrer mais por essas, essas coisas? As coisas s
ResolverTEXTO II FAVELÁRIO NACIONAL Carlos Drummond de Andrade Quem sou eu para te cantar, favela, Que cantas em mim e para ninguém a noite inteira de sexta-feira
ResolverLeia os versos de Carlos Drummond de Andrade: “Mundo mundo vasto mundo, se eu me chamasse Raimundo seria uma rima, não seria uma solução. Mundo mundo vasto mundo, mais vasto é meu coração.” Sobre ess
ResolverPoema de sete faces Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai Carlos! Ser gauche na vida. As casas espiam os homens que correm atrás de mulheres. A tarde talv
ResolverLeia o poema de Carlos Drummond de Andrade para responder a questão. Mãos dadas Não serei o poeta de um mundo caduco. Também não cantarei o mundo futuro. Estou preso à vida e olho meus companheiros. E
ResolverJoão amava Teresa que amava Raimundo que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili que não amava ninguém. João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento, Raimundo morreu de desastre, Maria
ResolverLeia o poema “Áporo”, de Carlos Drummond de Andrade: Um inseto cava cava sem alarme perfurando a terra sem achar escape. Que fazer, exausto, em país bloqueado, enlace de noite raiz e minério? Eis que
ResolverNão serei o poeta de um mundo caduco. Também não catarei o mundo futuro. Estou preso à vida e olho meus companheiros. Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças. Entre eles, considero a enorme rea
ResolverLeia atentamente, os versos destacados de “Amar”, da seção “AMAR-AMARO”. Este o nosso destino: amor sem conta, distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas, doação ilimitada a uma completa ingratidão, e
ResolverOs ombros suportam o mundo Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus. Tempo de absoluta depuração. Tempo em que não se diz mais: meu amor. Porque o amor resultou inútil. E os olhos não choram. E
ResolverLeia o poema “Mãos Dadas”, pertencente à coletânea Sentimento do Mundo de Carlos Drummond de Andrade e, em seguida, responda à questão: TEXTO: Mãos dadas (Carlos Drummond de Andrade) Não s
ResolverTEXTO 5 Os Velhos Carlos Drummond de Andrade Todos nasceram velhos — desconfio. [185] Em casas mais velhas que a velhice, em ruas que existiram sempre — sempre a
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