Leia as estrofes a seguir. E se somos Severinos iguais em tudo na vida, morremos de morte igual, mesma morte severina: que é a morte de que se morre de velhice antes dos trinta, de emboscada antes dos
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Leia as estrofes a seguir. E se somos Severinos iguais em tudo na vida, morremos de morte igual, mesma morte severina: que é a morte de que se morre de velhice antes dos trinta, de emboscada antes dos
ResolverSobre a obra de João Cabral, só não se pode afirmar:
ResolverA poesia de rigor formal reúne textos em que a construção estética é cuidadosamente trabalhada, com atenção à métrica, ao ritmo, às rimas, à sonoridade e à escolha precisa das palavras. No contexto da Terceira Geração Modernista, ela dialoga com a liberdade de criação do modernismo, mas sem abrir mão de uma elaboração técnica refinada. Em muitos casos, essa poesia valoriza a concisão, a densidade de sentido e a organização expressiva, mostrando que emoção e disciplina formal podem caminhar juntas.
Esse tema é importante para os vestibulares porque aparece em questões de interpretação literária, identificação de características de escolas e autores, e análise de recursos expressivos. Bancas como FGV, UFPR e PUC costumam explorar a relação entre forma e conteúdo, além de comparar o modernismo com tradições anteriores e com outras vanguardas. Ao estudar, vale focar na leitura atenta dos poemas, observando como a estrutura contribui para o efeito de sentido, e também na associação entre escolhas formais e temas como subjetividade, reflexão existencial e invenção linguística.
A seguir, leia o texto “Paisagem do Capibaribe”, extraído do poema “O cão sem plumas”, de João Cabral de Melo Neto, para responder à questão Paisagem do Capibaribe Entre a paisagem o rio fluía como um
Legado Que lembrança darei ao país que me deu tudo que lembro e sei, tudo quanto senti? Na noite do sem-fim, breve o tempo esqueceu minha incerta medalha, e a meu nome se ri. E mereço esperar mais do
ResolverO artista inconfessávelFazer o que seja é inútil.Não fazer nada é inútil.Mas entre fazer e não fazermais vale o inútil do fazer.Mas não, fazer para esquecerque é inútil: nunca o esquecer.<
ResolverTexto I Oficina Irritada Eu quero compor um soneto duro Como poeta algum ousaria escrever. Eu quero pintar um soneto escuro, Seco, abafado, difícil de ler. Quero que
ResolverTexto para a pergunta. UMA MULHER, DA PORTA DE ONDE SAIU O HOMEM, ANUNCIA-LHE O QUE SE VERÁ – Compadre José, compadre, que na relva estais deitado: conversais e não sabeis que vosso filho é chegado? E
ResolverPintor da soledade nos vestíbulos de mármore e losango, onde as colunas se deploram silentes, sem que as pombas venham trazer um pouco do seu ruflo; traça das finas torres consumidas no vazio mais bra
ResolverDIZEM DO MORTO OS AMIGOS QUE O LEVARAM AO CEMITÉRIO – Essa cova em que estás, com palmos medida é a conta menor que tiraste em vida. – É de bom tamanho, nem largo nem fundo é a parte
ResolverAssinale a alternativa INCORRETA a respeito dos poemas do livro Claro Enigma, de Drummond.
ResolverÉ fato sabido que a trajetória de João Cabral começa num surrealismo despojado da escrita automática, passa pelo ardor da construção e da lucidez, discute a pureza e a decantação da poesia antilírica
ResolverLeia o trecho a seguir, retirado da obra Morte e vida severina, de João Cabral de Melo Neto, e compare-o com o quadro Os retirantes, de Candido Portinari. – Desde que estou retirando só a morte vejo a
ResolverTexto para a questão. Oficina Irritada Eu quero compor um soneto duro como poeta algum ousara escrever. Eu quero pintar um soneto escuro, seco, abafado, difícil de ler. Quer
ResolverSobre o trecho do poema A Máquina do Mundo, de Carlos Drummond de Andrade, publicado em 1961. A MÁQUINA DO MUNDO Carlos Drummond de Andrade E como eu palmilhasse vagamente uma estrada de Minas, pedreg
ResolverNum texto especialmente infeliz, Rui Barbosa assim se posicionava diante do maxixe, um ritmo popular e popularizado no Brasil desde meados do século XIX: “A mais baixa, a mais chula, a mais grosseira
ResolverLeia as afirmações feitas a partir da obra Morte e vida severina, de João Cabral de Melo Neto. I A peça, em forma de poema, apresenta a história de um dos tantos severinos de Maria, filhos de Zacarias
Resolver[...] [1] — O meu nome é Severino, como não tenho outro de pia. Como há muitos Severinos, [4] que é santo de romaria, deram então de me chamar Severino de Maria; [7] como há muitos Se
ResolverA questão 42 estão relacionadas ao livro A educação pela pedra, de João Cabral de Melo Neto. Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as seguintes afirmações. ( ) A estrutura do livro, dividido em 4 p
Resolver[...] [1] — O meu nome é Severino, como não tenho outro de pia. Como há muitos Severinos, [4] que é santo de romaria, deram então de me chamar Severino de Maria; [7] como há muitos Se
ResolverSobre o livro Claro Enigma, de Carlos Drummond de Andrade, pode-se afirmar que
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