Leia o poema “O poeta”, de João Cabral de Melo Neto, para responder à questão. O poeta No telefone do poeta desceram vozes sem cabeça desceu um susto desceu o medo da morte de neve. O telefone com asa
ResolverLiteratura
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Leia o poema “O poeta”, de João Cabral de Melo Neto, para responder à questão. O poeta No telefone do poeta desceram vozes sem cabeça desceu um susto desceu o medo da morte de neve. O telefone com asa
ResolverLeia o seguinte poema de Carlos Drummond de Andrade, que faz parte da obra Claro Enigma. A ingaia ciência A madureza, essa terrível prenda que alguém nos dá, raptando-nos, com ela, todo sabor gratuito
ResolverA poesia de rigor formal reúne textos em que a construção estética é cuidadosamente trabalhada, com atenção à métrica, ao ritmo, às rimas, à sonoridade e à escolha precisa das palavras. No contexto da Terceira Geração Modernista, ela dialoga com a liberdade de criação do modernismo, mas sem abrir mão de uma elaboração técnica refinada. Em muitos casos, essa poesia valoriza a concisão, a densidade de sentido e a organização expressiva, mostrando que emoção e disciplina formal podem caminhar juntas.
Esse tema é importante para os vestibulares porque aparece em questões de interpretação literária, identificação de características de escolas e autores, e análise de recursos expressivos. Bancas como FGV, UFPR e PUC costumam explorar a relação entre forma e conteúdo, além de comparar o modernismo com tradições anteriores e com outras vanguardas. Ao estudar, vale focar na leitura atenta dos poemas, observando como a estrutura contribui para o efeito de sentido, e também na associação entre escolhas formais e temas como subjetividade, reflexão existencial e invenção linguística.
A EDUCAÇÃO PELA PEDRA Uma educação pela pedra: por lições; para aprender da pedra, frequentá-la; captar sua voz inenfática, impessoal (pela de dicção ela começa as aulas). A lição de moral, sua resi
ResolverLeia o trecho inicial de um poema de João Cabral de Melo Neto. Falo somente com o que falo: com as mesmas vinte palavras girando ao redor do sol que as limpa do que não é faca: de toda uma crosta visc
ResolverTexto para a questão. Um boi vê os homens Tão delicados (mais que um arbusto) e correm e correm de um para o outro lado, sempre esquecidos de alguma coisa. Certamente falta-lhes não sei que atributo e
ResolverLeia os trechos a seguir: I -“... Quem fez esta manhã fê-la por ser / Um raio a fecundá-la, não por lívida / Ausência sem pecado e fê-la ter / Em si princípio e fim: ter entre aurora / E meio-dia um h
ResolverAtenção: A questão refere-se ao texto que vem a seguir. Literatura e realidade Hoje está na moda dizer que uma obra literária é constituída mais a partir de outras obras, que a precederam, do que em f
ResolverLeia com atenção o fragmento a seguir, do poema “Morte e Vida Severina”, de João Cabral de Mello Neto. “Vejo agora: não é fácil seguir essa ladainha; entre uma conta e outra conta, entre uma e outra a
ResolverLeia abaixo o diálogo entre Severino e Mestre Carpina, retirado de Morte e vida Severina, de João Cabral de Melo Neto. — Seu José, mestre carpina, que lhe pergunte permita: há muito no lamaçal apodrec
ResolverLeia o fragmento do poema e marque a resposta correta. É difícil defender, só com palavras, a vida, ainda mais quando ela é esta que vê, severina mas se responder não pude à pergunta que fazia,
Resolver• Carlos Drummond de Andrade escreveu a obra Claro Enigma. Sobre ela é correto afirmar que
ResolverA década de 1950 foi marcada pelo anseio de modernização do país, cujos reflexos se fazem sentir também no plano da cultura. É de se notar o amadurecimento da poesia de João Cabral, poeta que se rebel
ResolverAssinale a afirmativa incorreta quanto à obra Morte e vida severina
ResolverTexto I Na paisagem do rio difícil é saber onde começa o rio; onde a lama [5] começa do rio; onde a terra começa da lama; onde o homem, <di
ResolverLeia, atentamente, o seguinte poema: Que pode uma criatura senão, entre criaturas, amar? amar e esquecer, amar e malamar, amar, desamar, amar? sempre, e até de olhos vidrados, amar? Q
Resolver“Somos muitos Severinos iguais em tudo na vida: na mesma cabeça grande que a custo é que se equilibra, no mesmo ventre crescido sobre as mesmas pernas finas e iguais também porque o sangue que usamos
ResolverDUAS DAS FESTAS DA MORTE João Cabral de Melo Neto Recepções de cerimônia que dá a morte: o morto, vestido para um ato inaugural; e ambiguamente: com a roupa do orador e a da estátua que se vai inaugur
ResolverRemissão Tua memória, pasto de poesia, tua poesia, pasto dos vulgares, vão se engastando numa coisa fria a que tu chamas: vida, e seus pesares. Mas, pesares de quê? perguntaria, se esse travo de angús
ResolverLeia o trecho abaixo, de “Morte e vida severina”, de João Cabral de Melo Neto, e responda à questão: “– Severino retirante, deixa agora que lhe diga: eu não sei bem a resposta da pergunta que fazia, s
ResolverTexto para a questão Museu da Inconfidência* São palavras no chão e memória nos autos. as casas inda restam, os amores, mais não. E restam poucas roupas, sobrepeliz de
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