Texto I Adeus, Meus Sonhos! Adeus, meus sonhos, eu pranteio e morro! Não levo da existência uma saudade! E tanta vida que meu peito enchia Morreu na minha triste mocidade! Misérrimo! Votei meus pobre
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105 questões
Texto I Adeus, Meus Sonhos! Adeus, meus sonhos, eu pranteio e morro! Não levo da existência uma saudade! E tanta vida que meu peito enchia Morreu na minha triste mocidade! Misérrimo! Votei meus pobre
ResolverInstrução: Para responder a questão 18, leia o excerto abaixo, retirado de O navio negreiro, de Castro Alves.IV.Era um sonho dantesco... O tombadilhoQue luzernas avermelha o brilho,Em Sangue a se banh
ResolverA Terceira Geração do Romantismo brasileiro, também chamada de Condoreirismo, reúne obras marcadas pelo engajamento social, pela defesa da liberdade e pela crítica à escravidão e às injustiças do período. Nessa fase, a poesia ganha tom mais grandioso, oratório e combativo, com forte influência de autores como Castro Alves, que transformam o poema em instrumento de denúncia e intervenção. É importante entender também o contexto histórico do século XIX, pois a literatura dialoga diretamente com debates políticos, abolicionistas e humanitários.
Esse tema aparece com frequência em vestibulares porque permite relacionar literatura, história e interpretação de texto, algo muito valorizado em provas como UnB, UFRGS e outras instituições. Ao estudar, foque nas características da linguagem condoreira, na presença de imagens de voo, altura e liberdade, no uso de hipérboles e apelos emocionais, além da crítica social explícita. Também vale comparar essa geração com as anteriores do Romantismo, percebendo como o sujeito lírico deixa de ser apenas individual e passa a representar causas coletivas. Saber reconhecer esses traços em poemas e associá-los ao contexto abolicionista pode fazer grande diferença na resolução das questões.
Sobre Castro Alves, poeta do Romantismo Brasileiro, assinale a alternativa correta.
Resolver— Que ventura! — então disse ele, erguendo as mãos ao céu — que ventura, podê-lo salvar! O homem que assim falava era um pobre rapaz, que ao muito parecia contar vinte e cinco anos, e que, na franca [
ResolverTexto I ‘Stamos em pleno mar... Doudo no espaço Brinca o luar — dourada borboleta; E as vagas após ele correm... cansam Como turba de infantes inquieta. [5] ‘Stamos em pleno mar... Do firmamento</di
ResolverNavio negreiro Castro Alves ‘Stamos em pleno mar... Abrindo as velas Ao quente arfar das virações marinhas, Veleiro brigue corre à flor dos mares, Como roçam na vaga as andorinhas...
ResolverLeia o poema a seguir para responder a questão. O sol e o povo O sol, do espaço Briaréu gigante, P’ra escalar a montanha do infinito, Banha em sangue as capinas do levante. Então em meio dos Saarás —
ResolverTEXTO A canção do africano (fragmento) Lá na úmida senzala, Sentado na estreita sala, Junto ao braseiro, no chão, Entoa o escravo o seu canto, E ao cantar correm-lhe em pranto Saudades do seu t
ResolverAtenção: Para responder à questão, considere o texto apresentado abaixo. E, afinal, pergunta ele [Rousseau], como é esse negócio de “ricos” e “pobres”, como é que é? Esta desigualdade, para Rousseau,
ResolverEra no Dous de julho. A pugna imensa Travara-se nos cerros da Bahia... O anjo da morte pálido cosia Uma vasta mortalha em Pirajá. “Neste lençol tão largo, tão extenso, “Como um pedaço roto do infinito
ResolverOntem a Serra Leoa, A guerra, a caça ao leão, O sono dormido à toa Sob as tendas d’amplidão! Hoje... o porão negro, fundo, Infecto, apertado, imundo, Tendo a peste por jaguar... E o s
ResolverRepresentante da poesia de viés social, ligada às lutas pelo abolicionismo, ___________ é autor de ______________, poema em defesa dos escravos. A alternativa que completa corretamente as lacunas é
ResolverNavio negreiro Castro Alves ‘Stamos em pleno mar... Abrindo as velas Ao quente arfar das virações marinhas, Veleiro brigue corre à flor dos mares, Como roçam na vaga as andorinhas...
Resolver— Que ventura! — então disse ele, erguendo as mãos ao céu — que ventura, podê-lo salvar! O homem que assim falava era um pobre rapaz, que ao muito parecia contar vinte e cinco anos, e que, na franca [
ResolverEste, cuja história vou te contar, foi amado e amou muitas mulheres. Vieram brancas, judias e mestiças, tímidas e afoitas, para os seus braços e para o seu leito. Para uma, no entanto, guardou ele sua
ResolverPESADELO(...)Salve! Oh! Salve Oitenta e noveQue os espetáculos remove!Em que o heroísmo envolveO horror da maldição!Rolam frontes laureadas,Tombam testas coroadasPelo povo condenadasAo grito - revoluç
ResolverFaça a leitura do poema, Adormecida, de Castro Alves: [...] Uma noite, eu me lembro... Ela dormia Numa rede encostada molemente... Quase aberto o roupão... solto o cabelo E o pé descalço do tapete ren
ResolverTEXTO I [...] Bem feliz quem ali pode nest'hora Sentir deste painel a majestade! Embaixo — o mar em cima — o firmamento... E no mar e no céu — a imensidade! Oh! que doce harmonia traz-me a brisa! Que
ResolverTextos para a questão I- [...] vejo milhares de homens de fisionomias discordes, de cor vária e de caracteres diferentes. E esses homens formam círculos concêntricos, como os que forma a pedra, caindo
Resolver“O incêndio – leão ruivo, ensangüentado, A juba, a crina atira desgrenhado Aos pampeiros dos céus!... Travou-se o pugilato... e o cedro tomba... Queimado..., retorcendo na hecatomba Os braços para Deu
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