Para responder a questão, leia a crônica “Lênin sim, Cauby não”, de Moacyr Scliar. É o último reduto do marxismo-leninismo, diziam os amigos, e isso para ele era motivo de orgulho: realmente, a pequen
ResolverPortuguês
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2mProf. Autoria Linguagem - Resolução de questões
3mProf. Autoria Linguagem - Resolução de questões
3mProf. FTD Educação
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Para responder a questão, leia a crônica “Lênin sim, Cauby não”, de Moacyr Scliar. É o último reduto do marxismo-leninismo, diziam os amigos, e isso para ele era motivo de orgulho: realmente, a pequen
ResolverLeia o texto para responder à questão. Final Feliz [imagem]
ResolverCrônica e ensaio são gêneros importantes da produção textual em língua portuguesa, cada um com características próprias de linguagem, estrutura e finalidade. A crônica costuma partir de fatos do cotidiano, observações simples ou situações aparentemente banais para construir uma reflexão, um comentário crítico ou um efeito literário. Já o ensaio é um texto mais reflexivo e argumentativo, em que o autor desenvolve uma ideia, interpreta um tema ou discute um problema com maior liberdade de organização e tom pessoal. Estudar esses gêneros ajuda a reconhecer como o texto pode informar, provocar reflexão, emocionar ou defender um ponto de vista.
Esse conteúdo é muito cobrado em vestibulares porque exige leitura atenta, interpretação de intenções do autor e identificação de recursos expressivos, além de comparação entre gêneros textuais. Em provas como UECE, EFOMM, IFSudesteMinas, FCM-MG e UEA, é comum que o estudante precise perceber a diferença entre relato, opinião, crítica e reflexão, além de analisar o efeito de humor, ironia, subjetividade e linguagem figurada. Ao estudar, foque nas marcas de autoria, no grau de formalidade, na presença de narrador ou argumentação e na relação do texto com o cotidiano e com a reflexão crítica.
Texto para responder à questão. Obrigado, Doutor Quando lhe disse que um vago conhecido nosso tinha morrido, vítima de tumor no cérebro, levou as mãos à cabeça: — Minha Santa Efigênia! Espantei-m
A morte e a morte do poeta Ao ler o seu necrológio no jornal outro dia, o pianista Marcos Resende primeiro tratou de verificar que estava vivo, bem vivo. Em seguida gravou uma mensagem na sua secretár
ResolverTexto 1 O futuro que queremos [1] Primeira história. Desembarquei no aeroporto em um dia particularmente atribulado. Parecia uma convenção de viajantes costumeiros acrescida dos esporádicos. A fila do
ResolverLeia o texto a seguir de Clarice Lispector para responder a questão. Das vantagens de ser bobo – O bobo, por não se ocupar com ambições, tem tempo para ver, ouvir e tocar no mundo. – O bobo é capaz de
ResolverUM QUARTO DE RAPAZ Elsie Lessa Abro as venezianas na alegria do sol desta manhã e só não ponho a mão na cabeça porque, afinal das contas, o correr dos anos nos dá uma certa filosofia. Essa rapaziada p
ResolverParte do Coral humano Que boa sensação a de cada um de nós, cronistas, de repente não precisar mais escrever, a de ser apenas uma parte do Coral humano, um grito em meio às vozes que gritam “gol!”, um
ResolverLeia o trecho inicial da crônica “Os últimos lírios no estojo de seda”, de Marina Colasanti, para responder à questão. Quando Jung Chang, escritora e historiadora que acaba de publicar uma impressiona
ResolverEntre todas as palavras do momento, a mais flamejante talvez seja desigualdade. E nem é uma boa palavra, incomoda. Começa com des. Des de desalento, des de desespero, des de desesperança. Des, definit
ResolverLeia o texto a seguir. Com o Pé na Cova Segunda-feira última, ao entrar no Golden Room do Copacabana para a estreia do novo espetáculo de Carlos Machado, tive a mão [5] vivamente apertada por um dos m
ResolverTEXTO O NAVEGADOR Era encarregado da navegação de bordo da aeronave estratosférica. Olhava as estrelas pelo mirante de vidro no fundo da nave e mantinha o aparelho em sua rota estrita, que não podia s
ResolverTEXTO 1 “Reconheço”, disse o homem, “fui um poluidor implacável. Matei todo tipo de bicho, criei todo tipo de lixo, transformei bom oxigênio em ar irrespirável.” E suspirou, contrito, envenenando mais
ResolverMusa paradisiaca Hoje, na quitanda, vi duas donas de casa pondo as mãos na cabeça:“Trinta e seis cruzeiros1 por uma dúzia de bananas! É o fim do mundo, onde já se viu uma coisa dessas!” E a conversa c
ResolverTexto 2 [1] De volta à civilização, o jantar foi no tradicionalíssimo Blue Elephant, localizado num casarão do século XIX, o mais prestigiado da cozinha thai. Cada prato, uma surpresa. Estou certa de
ResolverCom base no texto, responda à questão. Passeio à Infância Primeiro vamos lá embaixo no córrego; pegaremos dois pequenos carás dourados. E como faz calor, veja, os lagostins saem da toca. Quer ir de ba
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