Descoberta indica que jejum faz hormônio do crescimento acionar neurônios que estimulam a fome e dificultam a perda de peso
"Ao restringir a ingestão de calorias, o nível desse hormônio sobe e induz o corpo a entrar em modo de sobrevivência: ele indica que é preciso comer e guardar energia”, explica o fisiologista José Donato Junior, da USP. Foi observado que o hormônio se ligava às células de ao menos 10 áreas do hipotálamo. Uma em especial chamou a atenção: o núcleo arqueado. Suas células foram apelidadas de neurônios da fome e estão associadas à regulação da ingestão de alimentos e do gasto energético.
Fonte: http://revistapesquisa.fapesp.br/2019/03/13/um-inimigo-das-dietas/ (adaptado)
Ao inter-relacionar o assunto abordado na reportagem com os princípios da fisiologia humana, pondere as seguintes afirmativas:
I. O hormônio do crescimento – um dos hormônios tróficos produzido pela hipófise – estimula diretamente a divisão e multiplicação dos condroblastos da cartilagem.
II. Os “neurônios da fome” ficam localizados em uma pequena região do encéfalo, destacada no texto, que está situada acima do tálamo e abaixo da hipófise.
III. O hormônio responsável por acionar os “neurônios da fome”, conhecido também por somatotrofina, é secretado pelo lobo anterior da hipófise.
IV. A hipófise e o hipotálamo são estruturas intimamente relacionadas, morfológica e funcionalmente, que atuam no funcionamento de diversas glândulas.
Estão corretas apenas