Leia o texto para responder a questão.
Rochas ornamentais brasileiras emitem radônio?
A indústria de rochas ornamentais brasileiras já exporta mais de R$ 1 bilhão por ano. São mármores e granitos usados em bancadas, pias de cozinha, revestimentos de edifícios e pisos. É fácil de imaginar, então, a preocupação que tomou conta tanto dos produtores, quanto do governo, quando as rochas ornamentais brasileiras apareceram nas páginas do jornal norte-americano New York Times retratadas como potenciais fontes de contaminação radioativa e possíveis causadoras de câncer. O texto afirmava que medições feitas nos EUA registraram emissões de radônio vindas de rochas ornamentais brasileiras, sobretudo granitos.
O radônio é um gás nobre, produzido pelo decaimento radioativo do urânio e que, ao se transformar em outros elementos químicos, aumenta o risco de câncer de pulmão nas pessoas que o inalam.
Aferir essas medições e tirar a questão a limpo foi a proposta de uma equipe brasileira, coordenada por Daniel Marcos Bonotto e Antônio Carlos Artur, da UNESP de Rio Claro (SP).
A maior parte das amostras de rochas analisadas pela equipe apresentou níveis de radônio abaixo do indicado como perigoso pela EPA, a Agência de Proteção Ambiental norte- -americana. Apenas uma das nove amostras exalou radônio acima desse valor. Os pesquisadores avaliam que, no caso dessas rochas, seria suficiente a precaução do uso apenas em ambientes externos, ou mesmo em interiores, desde que com boa ventilação, para evitar o acúmulo.
(www.inovacaotecnologica.com.br. Adaptado.)
As espécies inicial e final da desintegração radioativa do urânio presente nas rochas até chegar ao elemento radônio são, respectivamente
e
Comparando-se o número de nêutrons desses dois isótopos, é correto afirmar que diferem em um número de