O nomadismo do seringueiro e a instabilidade econômica dos povoados ribeirinhos devem dar lugar a núcleos de cultura agrária, onde o colono nacional, recebendo gratuitamente a terra desbravada, saneada e loteada, se fixe e estabeleça a família com saúde e conforto.
[...] A Amazônia, sob o impulso fecundo da nossa vontade e do nosso trabalho, deixará de ser, afinal, um simples capítulo da história da Terra, e, equiparado aos outros grandes rios, tornar-se-á um capítulo da história da civilização.
(Getúlio Vargas, 1940. Apud María Verónica Secreto. “A ocupação dos ‘espaços vazios’ no governo Vargas”. Estudos Históricos, no 40, 2007.)
Hoje, o problema se apresenta incomparavelmente mais grave. Não mais se trata de uma industrialização para as nossas necessidades pacíficas, mas de produzir para o consumo gigantesco de uma Guerra Mundial. É o problema de nossos aliados, aos que devemos fornecer a borracha sobre a qual rodarão as armas vitoriosas da liberdade.
(Getúlio Vargas, 1943. Apud María Verónica Secreto. “A ocupação dos ‘espaços vazios’ no governo Vargas”. Estudos Históricos, no 40, 2007.)
No discurso de 1940, o presidente Getúlio Vargas apresentou a intenção do governo de