Para responder a questão, leia o texto a seguir.
Alguns anos atrás, durante uma excursão a uma floresta tropical ao norte de Auckland, dois pesquisadores da Nova Zelândia encontraram um toco de kauri com características incomuns. Para um leigo, um toco é só um toco, não tem nada de muito interessante para contar, é apenas o triste resquício de uma árvore morta, cujo destino é ser consumido por microrganismos, fungos e insetos da floresta, até desaparecer. Contudo, no caso daquele toco específico, algo não se encaixava. Era de fato um toco, mas que estava, sem dúvida, ativo. Apesar de não ter folhas nem outros órgãos capazes de realizar a fotossíntese, seus tecidos internos permaneceram vivos. Era surpreendente. Como ele poderia ter continuado a viver naquelas condições? De onde tirava energia e água para sobreviver? Na verdade, uma árvore sem folhas não só carece de fonte de energia, pois não consegue realizar a fotossíntese para produzir os açúcares de que precisa para viver, como também é praticamente incapaz de absorver do solo a água de que necessita. A transpiração das folhas é a força motriz que permite que a água seja absorvida pelo solo e bombeada para a árvore. Enfim, sem folhas, uma árvore não faz fotossíntese nem obtém o suprimento hídrico que lhe é essencial.
MANCUSO, Stefano. A Planta do Mundo. São Paulo: Ubu Editora, 2021, p. 73-74 (com adaptações)
Seriam mantidas as informações veiculadas no texto, assim como sua correção gramatical, caso o período “uma árvore sem folhas não só carece de fonte de energia, pois não consegue realizar a fotossíntese para produzir os açúcares de que precisa para viver, como também é praticamente incapaz de absorver do solo a água de que necessita.” fosse reescrito da seguinte forma: