Desde o final da primeira Guerra do Golfo, em 1991, os movimentos extremistas que se dizem seguidores do Islã constituem a ponta de lança do terrorismo internacional. Dirigido, sobretudo, contra os EUA, contra seus interesses no mundo e contra seus aliados mais fiéis, o terrorismo islâmico alimenta-se simultaneamente do radicalismo ideológico dos seus dirigentes – cuja ambição declarada é impor a sharia, a lei islâmica, a todos os países de confissão muçulmana, enquanto espera o momento de estender seu domínio a outras partes do mundo -, do ódio contra o Ocidente, personificado na toda-poderosa América e em seu aliado “sionista”, e das frustrações de populações condenadas a viver em situações extremamente precárias, tanto econômica como politicamente. Por essa razão, ele não tem dificuldade para recrutar seus adeptos e candidatos ao suicídio nas regiões de grande tensão do Oriente Próximo e Médio, bem como nos países muçulmanos onde os dirigentes combatem com o máximo vigor a escalada do fundamentalismo islâmico, e até mesmo entre a população de imigrantes dos países industrializados, como Alemanha, França e Grã-Bretanha.
De inspiração ao mesmo tempo política e religiosa, o terrorismo assumiu recentemente um caráter ainda mais preocupante, na medida em que não se importa com a morte de grande número de civis nem com o sacrifício dos jovens militantes que se matam explodindo as bombas que trazem no corpo, após terem sido treinados para isso por líderes religiosos tão fanáticos quanto irresponsáveis.
Atualmente destaca-se mais um movimento extremista, que em nome de Alah espalha o terror no Oriente Médio, e assusta o mundo. Para esses jihardistas sunitas qualquer pessoa que não obedeça aos seus princípios deve ser exterminada. Esse grupo se intitula: