Leia o texto a seguir.
A cada ano, mais de 250 bilhões de toneladas de açúcar são produzidas na natureza pelos organismos fotossintetizantes. Entretanto, a importância da fotossíntese vai além do peso absoluto desse produto. Sem este fluxo de energia a partir do Sol e canalizado em grande parte pelos cloroplastos das células eucarióticas, o ritmo da vida neste planeta seria rapidamente diminuído e, então, praticamente cessaria por inteiro devido à entropia, como é determinado pela inexorável segunda lei da termodinâmica.
RAVEN, P. H.; Evert, R. F.; Eichorn, S.E. Biologia vegetal. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p. 262, 2014.
Em face da constatação de que a fotossíntese vai além do peso absoluto dos açúcares produzidos, várias pesquisas versam sobre a eficiência fotossintética, dentre elas, uma em que foram utilizados nanotubos de carbono para incrementar o processo fotossintético. Estes nanotubos se inseriram no interior dos cloroplastos por meio de uma montagem espontânea. Esse movimento dos nanotubos de carbono, através das membranas dos cloroplastos, faz-se via mecanismos passivos, por difusão e por uma reação superficial espontânea. Os nanotubos de carbono podem absorver comprimentos de onda.
Os nanotubos de carbono promovem o aumento da eficiência fotossintética em função de