Leia o trecho da matéria publicada no Nexo Jornal LTDA, em 31 de julho de 2017, sobre a pesquisa realizada pela National Bureau of Economic Research, que explica como a segregação urbana pode impactar a saúde respiratória.
“Crianças que vivem em bairros predominantemente negros nos EUA têm maior tendência a desenvolver asma do que aquelas que vivem em bairros de maioria branca. Essa é a principal conclusão de um estudo da instituição americana National Bureau of Economic Research, depois de avaliar os dados de um período de cinco anos das cidades de Nova Jersey. A conclusão do estudo, no entanto, analisa que o local onde uma família vive dentro da cidade é uma das principais explicações para o desenvolvimento da doença respiratória entre as crianças, não importando se elas são negras ou não. Os dados estatísticos sempre apontaram para uma presença maior de asma entre as crianças nãobrancas nos EUA. Mas o novo estudo demonstra que o problema é, sobretudo, geográfico, e não apenas racial.
O estudo analisou que dentro dos bairros de maioria negra, não existe diferenciação de raça entre as crianças afetadas pela asma. Branca, negra ou hispânica, se a criança vive em um bairro segregado, suas chances de ter a doença são automaticamente maiores. A descoberta complementa uma série de estudos que relacionam a segregação urbana com o futuro das famílias”.
https://www.nexojornal.com.br/expresso/2017/07/31/Comoa-segregaçao-urbana-pode-impactar-a-saúde-respiratória. Acessado em: 10/08/2017
De acordo com a matéria, é incorreto afirmar que: