Após 1965, sua estratégia não violenta foi criticada como nunca havia sido pelos revoltosos negros, mas [Martin Luther] King continuou inflexível. No entanto, recusando-se à pressão para condenar as dezenas de revoltas urbanas que inflamaram os guetos de 1964 a 1968, ele afirmou que a “violência é o grito daqueles que não são ouvidos” e que, para acabar com ela, a única solução era a luta contra o desemprego, as discriminações e a brutalidade policial.
(Sylvie Laurent. “O último combate de Martin Luther King”. Le monde diplomatique Brasil, abril de 2018.)
O fim das discriminações legais e a extensão do direito de voto aos negros, em muitos estados sulistas, foram vitórias do movimento pela igualdade civil nos Estados Unidos.
Na segunda metade dos anos sessenta do século XX, após a conquista da igualdade civil, o movimento negro norte-americano