Literatura
Questões de Análise Poética de Obras
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Texto para responder a questão. A implosão da mentira (Fragmento 1) Mentiram-me. Mentiram-me ontem e hoje mentem novamente. Mentem de corpo e alma, completamente. E mentem de maneira tão pungente [5] q
A Ingaia Ciência A madureza, essa terrível prenda que alguém nos dá, raptando-nos, com ela, todo sabor gratuito de oferenda sob a glacialidade de uma estela, a madureza vê, posto que a venda interrompa a surpresa da
Leia a letra da música de Carlos Jobim e Paulo Jobim, Passarim , para a Questão. Passarim quis pousar, não deu, voou Porque o tiro partiu mas não pegou Passarinho, me conta, então me diz: Por que que eu também
Autopsicografia (Fernando Pessoa) O poeta é um fingidor. Finge tão completamente Que chega a fingir que é dor A dor que deveras sente. E os que leem o que escreve, Na dor lida sentem bem, Não as duas
Texto I Nova Poética Vou lançar a teoria do poeta sórdido. Poeta sórdido: Aquele em cuja poesia há a marca suja da vida. Vai um sujeito, Sai um sujeito de casa com a roupa de brim branco /muito be
Leia atentamente o soneto 274, do poeta brasileiro Glauco Mattoso. Apelos pela paz são comoventes: Parece até que toda a raça humana ou quase toda, unânime, se irmana na firme oposição aos combatentes. Ca
Todo mundo é feliz nos anúncios de cigarro. Todo mundo é feliz nos anúncios de bebida. Todo mundo é feliz nos anúncios de carro. Todo mundo é feliz nos anúncios de tudo. A melhor garota propagand
O Último poema Manuel Bandeira Assim eu quereria meu último poema Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas Que tivesse a beleza
Entre o Ser e as Coisas Onda e amor, onde amor, ando indagando ao largo vento e à rocha imperativa, e a tudo me arremesso, nesse quando amanhece frescor de coisa viva. Às almas, não, as almas
Quem sabe se nesta terra Não plantarei minha sina? Não tenho medo da terra Cavei pedra toda a vida E para quem lutou a braço Contra a pirraça da caatinga Fácil será amansar Esta aqui, tão feminina. NETO,
PROCURA DA POESIA Carlos Drummond de Andrade Penetra surdamente no reino das palavras. Lá estão os poemas que esperam ser escritos. Estão paralisados, mas não há desespero, Há calma e frescura na superfí
Paisagem Dorme sob o silêncio o parque. Com descanso, Aos haustos, aspirando o finíssimo extrato Que evapora a verdura e que deleita o olfato, Pelas alas sem fim das árvores avanço. Ao fundo do pomar, entre
O poema “Entre o ser e as coisas” integra o livro Claro enigma , de Carlos Drummond de Andrade: Onda e amor, onde amor, ando indagando ao largo vento e à rocha imperativa, e a tudo me arremesso, nesse quando
Genesíaco Um homem na campina olhava o céu. As estrelas pareciam aumentadas, de tamanho brilho. Estrela, ó estrela, estrelas, ele suplicou como se injuriasse. Os que alimentavam o fogo aproximaram-se a
[01] No desequilíbrio dos mares , [02] as proas giram sozinhas… [03] Numa das naves que afundaram [04] é que certamente tu vinhas. [05] Eu te esperei todos os séculos [06] sem desespero e sem desgos
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