Literatura
Questões de Análise Poética de Obras
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Leia o poema para responder à questão. Essas coisas “Você não está mais na idade de sofrer por essas coisas.” Há então a idade de sofrer e a de não sofrer mais por essas, essas coisas? As coisas
Leia o trecho a seguir de A máquina do mundo , poema de Carlos Drummond de Andrade, correspondente à quarta, quinta e sexta estrofes, e assinale a alternativa correta. [...] a máquina do mundo se entreabriu para
Leia o poema “Encontro”, retirado do livro Claro enigma (1951), de Carlos Drummond de Andrade. Encontro Meu pai perdi no tempo e ganho no sonho. Se a noite me atribui poder de fuga, sinto logo meu pai e ne
Infância – Carlos Drummond de Andrade Meu pai montava a cavalo, ia para o campo. Minha mãe ficava sentada cosendo. Meu irmão pequeno dormia. Eu sozinho menino entre mangueiras lia a história de Rob
INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto. TEXTO XXXII Como quisesse livre ser, deixando As paragens natais, espaço em fora, A ave, ao bafejo tépido da aurora, Abriu as asas e partiu cantando
Leia o trecho abaixo, retirado de I-Juca Pirama, obra de Gonçalves Dias. Da tribo pujante, Que agora anda errante Por fado inconstante, Guerreiros, nasci: Sou bravo, sou forte, sou filho do norte, M
Sobre a obra literária roraimense, 'Amor para quem odeia', de autoria da professora e poetisa, Eli Macuxi, é incorreto afirmar:
Leia o poema “Um dia, de repente”, escrito pela poeta porto-alegrense Lara de Lemos (1923-2010). Um dia, de repente, arrastam-nos à força para um lugar incerto. Um dia, de repente, desnudam-nos impudi
Texto para a questão Remissão Tua memória, pasto de poesia, tua poesia, pasto dos vulgares, vão se engastando numa coisa fria a que tu chamas: vida, e seus pesares. Mas, pesares de quê? perguntar
(...) Não lembra o canavial então as praças vazias: não tem, como têm as pedras, disciplina de milícias. É solta sua simetria: como a das ondas na areia ou as ondas da multidão lutando na praç
Com base no poema abaixo, assinale a alternativa INCORRETA 4º MOTIVO DA ROSA – Cecília Meireles Não te aflijas com a pétala que voa: também é ser, deixar de ser assim. Rosas verás, só de cinza franzida,
Examine o seguinte poema de Mario Quintana. Um poema como um gole d’água bebido no escuro. Como um pobre animal palpitando ferido. Como pequenina moeda de prata perdida para sempre na floresta noturna. Um po
Leia o poema abaixo e depois responda o que se pede: Canção do vento e da minha vida (Manuel Bandeira) O vento varria as folhas, O vento varria os frutos, O vento varria as flores...
Leia o poema para responder à questão. Meninos carvoeiros Os meninos carvoeiros Passam a caminho da cidade. – Eh, carvoero! E vão tocando os animais com um relho enorme. Os burros são magrinhos e velhos
Gargalha, ri, num riso de tormenta, Como um palhaço, que desengonçado, Nervoso, ri, num riso absurdo, inflado De uma ironia e de uma dor violenta. Da gargalhada atroz, sanguinolenta, Agita os guizos, e co
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