Literatura
Questões de Eu Lírico e Subjetividade Poética
426 questões disponíveis · Clique em qualquer questão para ver o gabarito
Leia o poema de Eugênio de Castro para responder à questão. Tua frieza aumenta o meu desejo: Fecho os meus olhos para te esquecer, Mas quanto mais procuro não te ver, Quanto mais fecho os olhos mais te vejo.
Eu sobrevivi do nada, do nada Eu não existia Não tinha uma existência Não tinha uma matéria Comecei existir com quinhentos milhões e quinhentos mil anos
esse cão que me segue é minha família, minha vida ele tem frio mas não late nem pede ele sabe que o que eu tenho divido com ele, o que eu não tenho também divido com ele ele é meu irmão ele é que é meu don
Leia o poema de Cecília Meirelles para responder a questão. Motivo Eu canto porque o instante existe e a minha vida está completa. Não sou alegre nem sou triste: sou poeta. Irmão das coisas fugidias, nã
Leia o texto a seguir. Último poema Agora deixa o livro volta os olhos para a janela a cidade a rua o chão o corpo mais próximo tuas próprias mãos: aí também se lê MARQUES, Ana Martins. O liv
Leia o poema de Mario Quintana para responder à questão. A casa fantasma A casa está morta? Não: a casa é um fantasma, um fantasma que sonha com a sua porta de pesada aldrava 1 , com os seus intermináveis
Leia o poema de Hilda Hilst a seguir para responder a questão. Se a tua vida se estender Mais do que a minha Lembra-te, meu ódio-amor, Das cores que vivíamos Quando o tempo do amor nos envolvia. Do ouro
Epigrama nº 8 Encostei-me em ti, sabendo bem que eras somente onda. Sabendo bem que eras nuvem, depus minha vida em ti. Como sabia bem tudo isso, e dei-me ao teu destino frágil, fiquei sem poder chorar,
TEXTO: A Esperança A Esperança não murcha, ela não cansa, Também como ela não sucumbe a Crença. Vão-se sonhos nas asas da Descrença, Voltam sonhos nas asas da Esperança. Muita gente infeliz assim não pe
Texto II Os ombros suportam o mundo Chega um tempo em que não se diz mais: meu [Deus. Tempo de absoluta depuração. Tempo em que não
TEXTO: Dois loucos no bairro um passa os dias chutando postes para ver se acendem o outro as noites apagando palavras [5] contra um papel branco todo bairro tem um louco que o bairro trata bem
Fala aos inconfidentes mortos [1] Treva da noite, lanosa capa nos ombros curvos [4] dos altos montes aglomerados... Agora, tudo [7] jaz em silêncio: amor, inveja, ódio, inocência, [10] no imenso
Leia o trecho inicial do poema “Ode triunfal”, de Álvaro de Campos (heterônimo de Fernando Pessoa), para responder à questão. À dolorosa luz das grandes lâmpadas elétricas da fábrica Tenho febre e escrevo. Escrev
Considere o poema de Chacal para responder à questão. Beijo beijos qual o sentido da palavra beijo? ato de tocar com os lábios em alguém ou alguma coisa, fazendo leve sucção; ósculo? ou aquele que o cauã rey
Quebranto às vezes sou o policial que me suspeito me peço documentos e mesmo de posse deles me prendo e me dou porrada às vezes sou o porteiro não me deixando entrar em mim mesmo a não ser pela porta
Quer ver a resolução completa?
Crie sua conta grátis para acessar resoluções passo a passo, análise de desempenho e muito mais.
Criar conta grátisPerguntas Frequentes
Quantas questões de Eu Lírico e Subjetividade Poética existem?
Eu Lírico e Subjetividade Poética cai no ENEM?
Como praticar questões de Eu Lírico e Subjetividade Poética?
Resoluções com IA, flashcards, simulados e mais
Tudo grátis para você estudar melhor