Literatura
Questões de Eu Lírico e Subjetividade Poética
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Motivo Eu canto porque o instante existe E a minha vida está completa. Não sou alegre nem sou triste: Sou poeta. Irmão das coisas fugidias. não sinto gozo nem tormento. Atravesso noites e dias
Para responder a questão, considere o poema Ave Roraima da poetisa Eli Macuxi: Ave Roraima Ave Roraima que canta Feito pássaro mítico. No peito de quem se encanta Por seus líricos fascínios Correm rio
O poema ‘Realidade’ refere-se à questão. Leia e responda o que se pergunta sobre o mesmo: Realidade Existe, sim, menina, Tudo: disco-voador, Oitavo sentido, utopia, Pedra filosofal,.... Que surgem do nad
Leia o poema abaixo, de Fernado Pessoa. Pobre velha música! Pobre velha música! Não sei porque agrado, Enche-se de lágrimas Meu olhar parado. Recordo outro ouvir-te. Não sei se te ouvi Nessa mi
Leia o poema “Menino de engenho”, de João Cabral de Melo Neto, para responder à questão. Menino de engenho A cana cortada é uma foice. Cortada num ângulo agudo, ganha o gume afiado da foice que a corta em
Leia o poema de Thiago de Mello para responder à questão. Milagre que dói De que me vale a mordida inútil da indignação perante a fome que fere a vida da multidão de deserdados do mundo? De que me vale
pelos caminhos que ando um dia vai ser só não sei quando abrindo um antigo caderno foi que eu descobri antigamente eu era eterno (LEMINSKI, P. Toda Poesia. São Paulo: Companhia das
Texto A Retratoo Eu não tinha este rosto de hoje, assim calmo, assim triste, assim magro, nem estes olhos tão vazios, nem o lábio amargo. Eu não tinha estas mãos sem força, tão paradas, e frias e mortas;
Porquinho-da-índia Quando eu tinha seis anos Ganhei um porquinho-da-índia. Que dor de coração me dava Porque o bichinho só queria estar debaixo do fogão! Levava ele pra sala Pra os lugares mais bo
Por mais que o mundo aclame os vãos triunfadores, Os que passam cantando e os que passam ovantes 1 , Os que entre a multidão vão como uns hierofantes 2 , E os que repartem d’alto, augustos julgadores, Às tur
Leia o poema de Thiago de Mello para responder à questão. Milagre que dói De que me vale a mordida inútil da indignação perante a fome que fere a vida da multidão de deserdados do mundo? De que me vale
Uso a palavra para compor meus silêncios. Não gosto das palavras fatigadas de informar. Dou mais respeito às que vivem de barriga no chão tipo água pedra sapo. Entendo bem o sotaque das águas
Incontentado Paixão sem grita, amor sem agonia, Que não oprime nem magoa o peito, Que nada mais do que possui queria, E com tão pouco vive satisfeito... Amor, que os exageros repudia, Misturado de
Mar (fragmento) [01] A primeira vez que vi o mar eu não estava sozinho. Estava no meio [02] de um bando enorme de meninos. Nós tínhamos viajado para ver o [03] mar. No meio de nós havia apenas um menino que
Texto Morte do Vaqueiro Luiz Gonzaga e Nélson Barbalho Ei, gado, oi.... Numa tarde bem tristonha Gado muge sem parar Lamentando seu vaqueiro Que não vem mais aboiar Não vem mais aboiar
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Como praticar questões de Eu Lírico e Subjetividade Poética?
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