Literatura
Questões de Eu Lírico e Subjetividade Poética
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Contranarciso em mim eu vejo o outro e outro e outro enfim dezenas trens passando vagões cheios de gente centenas o outro que há em mim é você você e você assim como eu estou
FEITIO DE ORAÇÃO (Noel Rosa-Vadico) Samba. Primeira gravação em 1933, com Francisco Alves e Castro Barbosa Quem acha vive se perdendo Por isso agora eu vou me defendendo Da dor tão cruel desta sau
A seguir, leia o poema “Meninos carvoeiros”, de Manuel Bandeira, para responder à questão. Meninos carvoeiros Os meninos carvoeiros Passam a caminho da cidade. – Eh, carvoero! E vão tocando os animais com
TEXTO I RETRATO Eu não tinha este rosto de hoje, Assim calmo, assim triste, assim magro, Nem estes olhos tão vazios, Nem o lábio amargo [5] Eu não tinha estas mãos sem força, Tão paradas e fria
E como eu palmilhasse vagamente uma estrada de Minas, pedregosa, e no fecho da tarde um sino rouco se misturasse ao som de meus sapatos que era pausado e seco; e aves pairassem no céu de chumbo, e suas fo
Leia o trecho do poema “Acrobata da dor”, do poeta Cruz e Sousa (1861-1898), para responder à questão. Gargalha, ri, num riso de tormenta, como um palhaço, que desengonçado, nervoso, ri, num riso absurdo, inflado
Alma minha gentil, que te partiste tão cedo desta vida descontente, repousa lá no Céu eternamente, e viva eu cá na terra sempre triste. Se lá no assento etéreo, onde subiste, memória desta vida se consent
No poema de Maria Lúcia Alvim intitulado Frasco de âmbar, que possui uma atmosfera muito feminina, Frasco de âmbar À força de guardar-te evaporaste! (Em: Vivenda. São Paulo: Duas Cidades, 1989.) I. a voz
Para responder à questão, observe o seguinte poema de Adélia Prado “A sempre viva” Gostava de cantar A flor mimosa: ―Nas pétulas de ouro que esta flor ostenta... Pétula, a palavra errada, agulha no coraçã
Leia o poema para responder à questão. Um e muitos juntos I Na travessia: amassar o barro dar tempo ao tempo curar1 a panela beber do pote a água da chuva e repartir o que vem da fonte o q
Texto 1 Réquiem do sol Águia triste do Tédio, sol cansado, Velho guerreiro das batalhas fortes! Das Ilusões as trêmulas coortes Buscam a luz do teu clarão magoado... A tremenda avalanche do Passa
TEXTO: O novo homem O homem será feito em laboratório. Será tão perfeito como no antigório. [5] Rirá como gente, beberá cerveja deliciadamente. Caçará narceja e bicho do mato. [10] Jogará no bi
TEXTO: Nosso Tempo Esse é tempo de partido, tempo de homens partidos. Em vão percorremos volumes, viajamos e nos colorimos. [5] A hora pressentida esmigalha-se em pó na rua. Os homens pedem carn
A seguir, leia o texto, do escritor juiz-forano Edimilson de Almeida Pereira, para responder à questão. TEXTO Relato A notícia irrompe de afluentes oclusos. Nem há gentileza, o morno espanto das notícia
TEXTO XIII O meu amor é uma flauta alta. Auto em si, desce dos montes e das colinas trêmulo, estranho e abandonado, entre o balir dos gerânios, os ventos e o orvalho sangrando em bolhas
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