Literatura
Questões de Eu Lírico e Subjetividade Poética
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TEXTO 2 Alma minha gentil, que te partiste Tão cedo desta vida, descontente, Repousa lá no céu eternamente E viva eu cá na terra sempre triste. Se lá no assento etéreo, onde subiste, Memória desta vi
Leia o poema de Luís de Camões para responder à questão Tanto de meu estado me acho incerto que, em vivo ardor, tremendo estou de frio; sem causa, justamente choro e rio; o mundo todo abarco e nada aperto.
Leia o soneto de Bocage para responder à questão. Tenta em vão temerária conjectura Sondar o abismo do invisível Fado, Que, de umbrosos mistérios enlutado, Some aos olhos mortais a luz futura: Presumia
Texto 2 O texto que você lerá a seguir – o poema “Outro verde”, foi retirado da obra Delírio da Solidão, do escritor cearense de Quixeramobim Jáder de Carvalho, que nasceu em 29 de dezembro de 1901 e faleceu no di
O poema ao lado é de Ivan Junqueira. O texto, Flor amarela Atrás daquela montanha tem uma flor amarela; dentro da flor amarela, o menino que você era. Porém, se atrás daquela montanha não houver
Aprendizado Do mesmo modo que te abriste à alegria abre-te agora ao sofrimento que é fruto dela e seu avesso ardente. Do mesmo modo que da alegria foste ao fundo e te perdeste nela e te achast
INSTRUÇÃO : Considere o seguinte poema de Adélia Prado para responder à questão. A sempre-viva Gostava de cantar A flor mimosa: ―Nas pétulas de ouro que esta flor ostenta...‖ Pétula, a palavra errada, [
Zuenir Ventura, na obra Crônicas para ler na escola, faz referência à expressão “ser gauche na vida”, presente no seguinte poema de Carlos Drummond de Andrade. Poema de sete faces Quando nasci, um anjo torto de
TEXTO XIII O meu amor é uma flauta alta. Auto em si, desce dos montes e das colinas trêmulo, estranho e abandonado, entre o balir dos gerânios, os ventos e o orvalho sangrando em bolhas
Confidência do Itabirano Alguns anos vivi em Itabira. Principalmente nasci em Itabira. Por isso sou triste, orgulhoso: de ferro. Noventa por cento de ferro nas calçadas. Oitenta por cento de ferro nas a
estupor esse súbito não ter esse estúpido querer que me leva a duvidar quando eu devia crer esse sentir-se cair quando não existe lugar aonde se possa ir esse pegar ou largar essa poesia vul
MÃOS Mãos de veludo, mãos de mártir e de santa, o vosso gesto é como um balouçar de palma; o vosso gesto chora, o vosso gesto geme, o vosso [gesto canta! Mãos de veludo, mãos de mártir e de santa, ro
Leia o poema para responder à questão. Na cadeia Na cadeia os bandidos presos! O seu ar de contemplativos! Que é das feras de olhos acesos?! Pobres dos seus olhos cativos. Passeiam mudos entre as grade
Lá vem você E a pergunta fatal Como encontrar A palavra ideal Uso palavras picadas no som Palavras magoadas de tantas paixões Palavras idiotas e alguns palavrões Guardo as palavras em grãos Pego uma boa
Leia o poema para responder à questão. Na cadeia Na cadeia os bandidos presos! O seu ar de contemplativos! Que é das feras de olhos acesos?! Pobres dos seus olhos cativos. Passeiam mudos entre as grade
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