Literatura
Questões de Eu Lírico e Subjetividade Poética
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Das passagens a seguir, retiradas da obra Filandras , de Adélia Prado, assinale aquela em que há presença de lirismo diante da perspectiva do envelhecimento:
Leia o poema a seguir para responder à questão. Canção Pus o meu sonho num navio E o navio em cima do mar; - depois, abrio mar com as mãos, Para o meu sonho naufragar. Minhas mãos ainda estão molhadas
Leia o poema de Fernando Pessoa para responder à questão. Autopsicografia O poeta é um fingidor. Finge tão completamente Que chega a fingir que é dor A dor que deveras sente. E os que leem o que escreve
Protestos a Arminda Conheço muitas pastoras Que beleza e graça têm, Mas é uma só que eu amo Só Arminda e mais ninguém. Revolvam meu coração Procurem meu peito bem, Verão estar dentro dele Só
Leia o trecho da letra da música “Exagerado”, de Cazuza. Exagerado! Jogado aos teus pés Eu sou mesmo exagerado Adoro um amor inventado… Jogado aos teus pés Com mil rosas roubadas Exagerado! Eu ad
Texto Lugar Iacyr Anderson Freitas Nunca tivemos lugar nesse mundo. Ontem amávamos tanto o que agora esquecemos. Amanhã venderemos a qualquer preço o que hoje nos faz mudar de endereço.
Autorretrato Magro, de olhos azuis, carão moreno, Bem servido de pés, meão na altura, Triste de facha, o mesmo de figura, Nariz alto no meio, e não pequeno; Incapaz de assistir num só terreno, Mais propen
Analise: Eu vou te contar que você não me conhece, E eu tenho que gritar isso porque você está surdo e não Me ouve. A sedução me escraviza a você Ao fim de tudo você permanece comigo mas preso ao que E
TEXTO: O outro só quero o que não o que nunca o inviável o impossível não quero o que já o que foi o vencido o plausível só quero o que ainda o que atiça o i
Leia o soneto de Florbela Espanca para responder à questão. Não ser Quem me dera voltar à inocência Das coisas brutas, sãs, inanimadas, Despir o vão orgulho, a incoerência: — Mantos rotos de estátuas mutilad
Leia o poema a seguir para responder à questão. Poema A poesia está guardada nas palavras - é tudo que eu sei. Meu fado é o de não saber quase tudo. Sobre o nada eu tenho profundidades. Não tenho conexões
Instrução: A questão referem-se ao poema Canção para uma valsa lenta, de Mario Quintana, reproduzido abaixo. Canção para uma valsa lenta Minha vida não foi um romance... Nunca tive até hoje um segredo.
Soneto de fidelidade De tudo ao meu amor serei atento Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto Que mesmo em face do maior encanto Dele se encante mais meu pensamento. Quero vivê‐lo em cada vão momento
Texto 1 : O Cio da Terra (Pena Branca e Xavantinho) Debulhar o trigo Recolher cada bago do trigo Forjar no trigo o milagre do pão E se fartar de pão Decepar a cana Recolher a garapa da cana Rouba
No jardim Sob o sol quente, no jardim flamejante a varejeira rebrilha, joia viva. O poder de Deus me aterra em sua inércia. Não vai impedir a mosca de botar seus ovos sobre a língua defunta que Lhe cantou
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