Literatura
Questões de Eu Lírico e Subjetividade Poética
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As acapuranas e o rio As acapuranas, que árvores solenes!, aqui de frente de casa na beirinha do Andirá, ficam indisfarçadamente desgostosas quando as águas da cheia começam a subir pelos seus troncos
Fiz uma canção para dar-te; porém tu já estavas morrendo. A Morte é um poderoso vento. E é um suspiro tão tímido, a Arte... [...] E agora fecho grandes portas sobre a canção que chegou tarde. E sofro sem s
O poema abaixo é de Cecília Meireles: Epigrama 8 Encostei-me em ti, sabendo bem que eras somente onda. Sabendo bem que eras nuvem, depus minha vida em ti. Como sabia bem tudo isso, e dei-me ao teu destin
Assinale a opção em cujos versos o eu-poético de Sísifo desce a montanha sintetiza sua concepção de morte:
Quando sinto a impulsão lírica escrevo sem pensar tudo o que meu inconsciente me grita. Penso depois: não só para corrigir, como para justificar o que escrevi. (ANDRADE, Mário de. Poesias completas. Belo Horizonte:
As acapuranas e o rio As acapuranas, que árvores solenes!, aqui de frente de casa na beirinha do Andirá, ficam indisfarçadamente desgostosas quando as águas da cheia começam a subir pelos seus troncos
O “adeus” de Teresa A vez primeira que eu fitei Teresa, Como as plantas que arrasta a correnteza, A valsa nos levou nos giros seus... E amamos juntos... E depois na sala “Adeus” eu disse-lhe a tremer co’a
Texto 2 Barcos de Papel Quando a chuva cessava e um vento fino Franzia a tarde úmida e lavada Eu saía a brincar pelas calçadas [80] Nos meus tempos felizes de menino. Fazia de papel, toda uma a
Sou apenas um homem. Um homem pequenino à beira de um rio. Vejo as águas que passam e não as compreendo. Sei apenas que é noite porque me chamam de casa. Vi que amanheceu porque os galos cantaram. Como poderia
A questão aborda um poema de Raul de Leoni (1895-1926) A alma das cousas somos nós... Dentro do eterno giro universal Das cousas, tudo vai e volta à alma da gente, Mas, se nesse vaivém tudo parece igual N
Perpetuum mobile estive na antemanhã inacontecida de jovens mãos deslumbradas carregando sol e passei atravessei a plenoite decifrada monótonas luas transcorridas nos meus olhos e segui cheg
Leia o soneto abaixo para responder à questão. SONETO Ou já sobre o cajado te reclines, Venturoso pastor, ou já tomando Para a serra, onde as cabras vais chamando, A fugir os meus ais te determines.
Camões, grande Camões, quão semelhante Acho teu fado¹ ao meu quando os cotejo! Igual causa nos fez perdendo o Tejo Arrostar² co sacrílego gigante (...) Ludíbrio, como tu, da sorte dura, Meu fim demando ao
Leia o poema para responder a QUESTÃO. Cabeça Quando eu sofria dos nervos, não passava debaixo de fio elétrico, tinha medo de chuva, de relâmpio, nojo de certos bichos que eu não falo pra não ter de la
TEXTO: Eu sou da raça do Eterno. Fui criado no princípio E desdobrado em muitas gerações Através do espaço e do tempo. Sinto-me acima das bandeiras, Tropeçando em cabeças de chefes. Caminho no mar
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