Literatura
Questões de Eu Lírico e Subjetividade Poética
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Texto I ‘Stamos em pleno mar... Doudo no espaço Brinca o luar — dourada borboleta; E as vagas após ele correm... cansam Como turba de infantes inquieta. [5] ‘Stamos em pleno mar... Do firmamento Os a
Casamento Adélia Prado Há mulheres que dizem: Meu marido, se quiser pescar, pesque, mas que limpe os peixes. Eu não. A qualquer hora da noite me levanto, ajudo a escamar, abrir, retalhar e salgar.
FLOR & CULTURA Meu conceito de jardim determina o que é praga ao redor de mim. I- O eu poético, através da metáfora do cultivo [ cultura ] do jardim [ flor ], evoca a propensão humana a considerar-se
Mapa Me colaram no tempo, me puseram uma alma viva e um corpo desconjuntado. Estou limitado ao norte pelos sentidos, ao sul pelo medo, a leste pelo Apóstolo São Paulo, a oeste pela minha educação. (...)
Poeta O poeta nasce no poema, Inventa-se em palavras. KOLODY, Helena. Viagem no espelho e vinte e um poemas inéditos . Curitiba: Criar Edições. p. 77. Esses versos sugerem que
TEXTO Aula de português 1 A linguagem na ponta da língua, tão fácil de falar e de entender. 5 A linguagem na superfície estrelada de letras, sabe lá o que ela quer dizer?
Considere o poema ao lado, de Ana Cristina César (1952-1983). Fisionomia não é mentira é outra a dor que dói em mim é um projeto de passeio em círculo um malogro do obj
Texto 3 O meu guri Quando, seu moço Nasceu meu rebento Não era o momento Dele rebentar [130] Já foi nascendo Com cara de fome E eu não tinha nem nome Pra lhe dar Como fui levand
Instrução: A questão toma por base um fragmento de uma elegia de Vinicius de Moraes (1913-1980). Elegia na morte de Clodoaldo Pereira da Silva Moraes, poeta e cidadão A morte chegou pelo interurbano em longas espi
Leia o poema abaixo, de Ana Cristina César. FINAL DE UMA ODE Acontece assim: tiro as pernas do balcão de onde via um sol de inverno se pondo no Tejo e saio de fininho dolorosamente dobradas as costas e seg
POEMA TRANSITÓRIO Eu que nasci na Era da Fumaça: − trenzinho vagaroso com vagarosas paradas em cada estaçãozinha pobre [5] para comprar pastéis pés-de-moleque sonhos − principalmente
“Gravador que está gravando aqui no nosso ambiente, tu gravas a minha voz, o meu verso e o meu repente, mas gravador tu não gravas a dor que meu peito sente.” (Patativa do Assaré) Na sextilha acima, o Poeta do Assa
A questão refere-se ao texto seguinte. Embora tivesse tido minha infância nunca mais me vi quando pequeno Tudo o que me era grande hoje é pequeno Até os que de mim cuidaram sinto pequenos
“Gravador que está gravando aqui no nosso ambiente, tu gravas a minha voz, o meu verso e o meu repente, mas gravador tu não gravas a dor que meu peito sente.” (Patativa do Assaré) Na sextilha acima, o Poeta do Assa
Leia os versos do Poema em linha reta, de Álvaro de Campos, heterônimo de Fernando Pessoa, para responder à questão. Nunca conheci quem tivesse levado porrada. Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo. E
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