Literatura
Questões de Eu Lírico e Subjetividade Poética
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A torre de marfim, a torre alada, esguia e triste sob o céu cinzento, corredores de bruma congelada, galerias de sombras e lamentos. A torre de marfim fez-se esqueleto e o esqueleto desfez-se num momento,
OS ANJOS Hoje não dá Hoje não dá Não sei mais o que dizer E nem o que pensar Hoje não dá Hoje não dá A maldade humana agora não tem nome Hoje não dá Pegue duas medidas de estupidez Junt
Instrução: A questão toma por base um fragmento de uma elegia de Vinicius de Moraes (1913-1980). Elegia na morte de Clodoaldo Pereira da Silva Moraes, poeta e cidadão A morte chegou pelo interurbano em longas espi
I. Houve tempo em que os meus olhos Gostavam do sol brilhante, E do negro véu da noite, E da aurora cintilante. [...] Oh! Quadra tão feliz! — Se ouvia a brisa Nas folhas sussurrando, o som das águ
Leia o texto a seguir. O GÊNIO E A ARTE A Theodoro e Cezar [1] – Quem bate à porta do pobre? [2] – Abri, não tenhais receio, [3] Eu venho de fome cheio, [4] Quero pedir-vos um pão... [5] Andei famint
Texto I A Rede Véia Luiz Queiroga e Cel. Ludugero Eu tava com a Felomena Ela quis se refrescar O calor tava malvado Ninguém podia aguentar [5] Ela disse meu Lundru Nós vamos se balançar A rede
Minha vida é andar Por esse país Pra ver se um dia Descanso feliz Guardando as recordações Das terras onde passei Andando pelos sertões E dos amigos que lá deixei GONZAGA, L.; CORDOVIL. H. A vid
Soneto do amor total Amo-te, meu amor... não cante O humano coração com mais verdade... Amo-te como amigo e como amante Numa sempre diversa realidade. Amo-te afim, de um calmo amor prestante E te a
A questão refere-se ao texto seguinte. Embora tivesse tido minha infância nunca mais me vi quando pequeno Tudo o que me era grande hoje é pequeno Até os que de mim cuidaram sinto pequenos
Texto 3 O meu guri Quando, seu moço Nasceu meu rebento Não era o momento Dele rebentar [130] Já foi nascendo Com cara de fome E eu não tinha nem nome Pra lhe dar Como fui levand
As Máscaras (Menotti del Picchia) O teu beijo é tão doce, Arlequim... O teu sonho é tão manso, Pierrô... Pudesse eu repartir-me encontrar minha calma dando a Arlequim meu corpo... e a Pierrô
Passagem da noite É noite. Sinto que é noite não porque a sombra descesse (bem me importa a face negra) mas porque dentro de mim, no fundo de mim, o grito se calou, fez-se desânimo. Sinto que nós somos
Meu coração tropical está coberto de neve mas Ferve em seu cofre gelado E à voz vibra e a mão escreve mar Bendita lâmina grave que fere a parede e traz As febres loucas e breves Que mancham o silêncio e o cais
TEXTO 1 SEQUÊNCIAS [1] Eu era pequena. A cozinheira Lizarda tinha nos levado ao mercado, minha [irmã, eu. Passava um homem com um abacate [5]
Texto 1 Devolva-me (Renato Barros e Lílian Knapp) Rasgue as minhas cartas E não me procure mais Assim será melhor Meu bem! O retrato que eu te dei Se ainda tens, Não sei! Mas se tiver Devolva-me! Deixe-m
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