Literatura
Questões de Eu Lírico e Subjetividade Poética
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Leia o poema “Epígrafe”, de Manuel Bandeira, para responder à questão. Epígrafe Sou bem-nascido. Menino, Fui, como os demais, feliz. Depois, veio o mau destino E fez de mim o que quis. Veio o mau gênio
Leia o poema de Murilo Mendes para responder à questão. Eu sou triste como um prático de farmácia, sou quase tão triste como um homem que usa costeletas. Passo o dia inteiro pensando nuns carinhos de mulher mas
Tristeza do Jeca Nestes versos tão singelos Minha bela, meu amor Pra você quero contar O meu sofrer e a minha dor [5] Eu sou como um sabiá Que quando canta é só tristeza Desde o galho onde ele está
Quebranto às vezes sou o policial que me suspeito me peço documentos e mesmo de posse deles me prendo e me dou porrada às vezes sou o porteiro não me deixando entrar em mim mesmo a não ser pela p
O morcego Meia-noite. Ao meu quarto me recolho. Meu Deus! E este morcego! E, agora, vede: Na bruta ardência orgânica da sede, Morde-me a goela ígneo e escaldante molho. [5] “Vou mandar levantar outra par
O poema a seguir integra O livro das semelhanças , publicado em 2015 pela poeta mineira Ana Martins Marques (1977). Acidente Escrevi este poema no último dia depois disso não nos vimos mais a princípio troc
Leia o poema de Olavo Bilac, “ Remorso ”, e responda à questão a seguir: Às vezes uma dor me desespera... Nestas ânsias e dúvidas em que ando, Cismo e padeço, neste outono, quando Calculo o que perdi na primave
Leia o poema de Fernando Pessoa para responder à questão. Cruz na porta da tabacaria! Quem morreu? O próprio Alves? Dou Ao diabo o bem-’star que trazia. Desde ontem a cidade mudou. Quem era? Ora, era quem
Leia o soneto de Luís de Camões para responder à questão. Posto me tem fortuna 1 em tal estado, E tanto a seus pés me tem rendido! Não tenho que perder já, de perdido; Não tenho que mudar já, de mudado. T
Cidadezinha cheia de graça... Tão pequenina que até causa dó! Com seus burricos a pastar na praça... Sua igrejinha de uma torre só... Nuvens que venham, nuvens e asas, Não param nunca nem um segundo... E fi
Leia o poema de Ferreira Gullar para responder à questão Morte de Clarice Lispector Enquanto te enterravam no cemitério judeu de S. Francisco Xavier (e o clarão de teu olhar soterrado resistindo ainda) o
Leia o trecho do poema “Amor feinho”, de Adélia Prado, para responder à questão. Eu quero amor feinho. Amor feinho não olha um pro outro. Uma vez encontrado é igual fé, não teologa mais. Duro de forte, o amor
Leia o poema “Muitas Vozes”, de Ferreira Gullar, para responder as questões 43 e 44. MUITAS VOZES Meu poema é um tumulto: a fala que nele fala outras vozes arrasta em alarido. estamos todos nós c
Leia, a seguir, o soneto intitulado “A Carolina”, que faz parte do livro Relíquias de Casa Velha, publicado por Machado de Assis, em 1906. A CAROLINA Querida, ao pé do leito derradeiro Em que descansas dessa l
Leia o poema de Rubem Braga para responder à questão. E quando nós saímos era a Lua, Era o vento caído e o mar sereno Azul e cinza azul anoitecendo A tarde ruiva das amendoeiras. E respiramos, livres das
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